Valdemar diz que popularidade de João interferiu nos repasses à campanha de Gilson: ‘dinheiro não foi feito para queimar’

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Valdemar diz que popularidade de João interferiu nos repasses à campanha de Gilson: ‘dinheiro não foi feito para queimar’


Presidente nacional do PL afirmou que os “75% do adversário” seriam o motivo para o PL não enviar o teto de recursos partidários para o Recife


Publicado em 25/09/2024 às 12:59
| Atualizado em 25/09/2024 às 14:51




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O presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, afirmou que não enviou o valor limite do fundo partidário para a campanha de Gilson Machado (PL) no Recife devido à alta popularidade do prefeito e candidato à reeleição João Campos (PSB).

“Os 75% [de intenção de voto] do adversário. Dinheiro não foi feito para queimar”, disse Valdemar ao jornal o Globo nesta quarta-feira (25).

Até o momento, o diretório nacional do partido destinou R$ 6 milhões para a campanha do ex-ministro de Bolsonaro na disputa pela prefeitura do Recife. O limite permitido no pleito deste ano é de R$ 9.776.138,29. Segundo a reportagem, não há previsão de novos repasses.

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Um dos principais motivos para o corte seria o fato de Gilson Machado ter lançado o próprio filho ao cargo de vereador.

“Há um sentimento de revolta por estar beneficiando o próprio filho. Eu faço papel de bombeiro para tentar acalmar os ânimos, mas a postura de Gilson não tem sido a de um candidato para a prefeitura”, afirmou Valdemar.

Um possível racha entre Gilson e o presidente estadual do partido, Anderson Ferreira, também estaria causando o impasse. Candidatos a vereador ligados ao clã dos Ferreira sequer estão usando a imagem de Gilson na campanha.

“Espero que o partido repare o dano que está fazendo no Recife. Eu tenho chance real de ir ao segundo turno”, disse Gilson ao jornal.

A reportagem afirmou, ainda, que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) teria questionado a decisão de Valdemar e teria pedido que o restante do valor fosse enviado para o Recife.

Insatisfação com o filho de Gilson

Semanas atrás, o Jornal do Commercio mostrou que filiados ao PL no Recife estariam inquietos com a preferência dada pelo partido a Gilson Filho e a outros candidatos integrantes do grupo do ex-ministro.

“O filho dele chegou aqui de paraquedas. Como é que Gilson pega e coloca ele como candidato a vereador? Claro que vai se beneficiar. O candidato a prefeito tem que prestigiar a chapa toda, colocar o filho para ser deputado na próxima eleição, por exemplo”, relatou ao JC um nome ligado ao PL do Recife.

Até o momento, o PL destinou R$ 9.519.000 para a campanha no Recife. De acordo com dados do TSE, o partido não enviou verbas para a campanha de Gilson Filho. O candidato acumula R$ 68 mil em receitas para o pleito, sendo R$ 43 mil de recursos próprios e R$ 25 doados pelo pai.

Netinho Eurico, filho do deputado federal Pastor Eurico (PL), recebeu R$ 930 mil do diretório nacional do PL. Ele é candidato a vereador e um dos aliados de primeira linha de Gilson.

Os atuais vereadores Paulo Muniz e Alcides Cardoso, ambos do PL, receberam menos que o rebento de Eurico, somando R$ 399 mil e R$ 400 mil, respectivamente.

O também vereador e candidato à reeleição Fred Ferreira, que pertence à família de Anderson Ferreira, conseguiu ficar à margem do racha e obteve a segunda maior fatia do partido para a campanha, com R$ 1,1 milhão, ficando atrás apenas dos seis milhões de Gilson.

Resposta de Gilson à fala de Valdemar

Por meio de sua assessoria, Gilson respondeu ao presidente do partido, em texto enviado ao JC, onde diz que tem chances de “provocar” o segundo turno nas eleições, mesmo sofrendo “asfixia” do diretório nacional e estadual do PL, e que essa ação prejudica diretamente a chapa de vereadores homens.

“É inacreditável que um candidato do partido, que cumpre a missão de manter vivos os ideais do Presidente Bolsonaro em uma região hostil como o NE, seja eivado com fogo amigo, através de uma fala infeliz do presidente do PL nacional”, diz ele.





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