Eduardo Bolsonaro amplia divisões internas e trava candidatura de Tarcísio, enquanto Ratinho atrai apoio com alta aprovação no Paraná.
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Tarcísio de Freitas (Republicanos) atravessa um momento decisivo de sua trajetória política. Ele se expôs em Brasília. Atuou na linha de frente por causas ligadas ao bolsonarismo, como a anistia de Jair Bolsonaro (PL) e a PEC da blindagem.
A condenação de Bolsonaro mudou o clima na capital federal. O governador de São Paulo precisou recalcular a estratégia. O recuo, mesmo se for temporário, expõe as limitações de quem tenta ser ponte entre radicalismo e centro, dentro da direita brasileira. Uma missão que parece impossível.
A presença de Tarcísio nas articulações em Brasília o projetou como principal herdeiro político fora da família Bolsonaro. Mas o movimento cobrou um preço. O envolvimento direto com as pautas do bolsonarismo o expôs em excesso como aliado de Bolsonaro.
Em uma campanha nacional, essa associação tende a impor um teto baixo de votos. A rejeição elevada que o ex-presidente carrega pesa de forma contínua.
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Após a condenação, o governador saiu dos holofotes por cerca de 15 dias. Foi uma tentativa de reposicionar a imagem.
Recuo estratégico
Na volta ao cenário, Tarcísio visitou Jair Bolsonaro, esta semana. Disse que “pensa apenas na reeleição ao governo de São Paulo”. O gesto buscou transmitir moderação e afastamento da disputa nacional.
Ainda assim, a cena foi pouco objetiva e soou mais como manobra de sobrevivência e não como desistência definitiva do projeto presidencial.
O jantar pernambucano
A narrativa do recuo total do projeto presidencial não é a que o governador de São Paulo tem sustentado nas conversas de bastidor. Um político pernambucano relatou ter almoçado com Tarcísio de Freitas recentemente. No encontro, o paulista afirmou que não se considera fora da corrida ao Planalto.
Ele continua no jogo. Precisa, porém, administrar dificuldades que não são triviais. A relação com a própria família Bolsonaro é a principal e a mais difícil.
Conflito familiar
A maior resistência vem de Eduardo Bolsonaro (PL). O deputado passou a atacar Tarcísio. Acusou-o de tentar se apropriar do capital político do pai. Eduardo declarou que só abriria mão de uma própria candidatura a presidente em favor dos irmãos Carlos Bolsonaro (PL) ou Flávio Bolsonaro (PL). Nunca em favor de Tarcísio.
A hostilidade interna trava qualquer tentativa de consolidar uma candidatura de centro-direita mais ampla e organizada.
Rejeição de Eduardo
Além da disputa de espaço, pesa contra Eduardo a rejeição crescente. É visto como o mais desgastado dos filhos de Bolsonaro. Pesam episódios de política externa. O desgaste nas relações com Donald Trump e as tarifas impostas ao Brasil marcou sua atuação.
A rejeição dele já supera a do próprio pai. Isso complica a construção de uma candidatura viável para ele próprio. Mas, sobretudo, Eduardo ainda consegue atrapalhar bastante qualquer um que tente crescer sem o próprio sobrenome.
Ratinho Júnior como opção
Diante da instabilidade de Tarcísio, o centrão passou a mirar Ratinho Júnior (PSD) como alternativa. O governador do Paraná tem aprovação de 84% em seu estado. Apresenta a imagem de gestor de sucesso. É nome viável para disputar a presidência.
O destino político, contudo, está atrelado ao PSD de Gilberto Kassab (PSD). O partido hoje ocupa ministérios no governo Lula (PT). A contradição entre base governista e oposição adia uma definição. Ainda assim, Ratinho Júnior já circula como principal plano B da oposição.

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