A Assembleia viveu nesta segunda, “um dia de cão” como definiu um parlamentar da base do Governo, referindo-se aos sobressaltos que começaram cedo
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Às vésperas da instalação da CPI da Publicidade, articulada pela oposição, a Assembleia Legislativa viveu nesta segunda-feira “um dia de cão” como definiu um parlamentar da base do Governo, referindo-se aos sobressaltos que começaram cedo da manhã quando os deputados ficaram sabendo que a oposição, sob o comando do PSB, se articulara no final de semana e garantido maioria na CPI da Publicidade que está para ser instalada e na qual o Governo, com o apoio do PL conseguira fazer cinco membros, deixando a oposição com apenas quatro.
Até o final da manhã a teia armada começou a ser desvendada quando o deputado Álvaro Porto, presidente da Alepe e do PSDB estadual, comunicou aos parlamentares do partido fiéis à governadora, Débora Almeida e Izaías Régis, que o deputado Diogo Moraes tinha deixado o PSB e se filiado à legenda e estava assumindo a liderança do PSDB na Alepe no lugar de Débora, devendo substituí-la na composição da CPI. Mais tarde foi a vez da confirmação da filiação do deputado, também socialista, Waldemar Borges, ao MDB, assumindo a liderança emedebista na Alepe no lugar do deputado Jarbas Filho, como comunicara à Assembléia o presidente estadual do MDB, Raul Henry.
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Já no final da tarde, o deputado Joãozinho Tenório, vice-líder do Governo na Alepe, foi surpreendido com a informação de que a mudança chegara até ele com a filiação do socialista Junior Matuto ao PRD , um partido pequeno, que tinha ele como único membro na Casa, para também assumir a liderança partidária. O que vai acontecer a partir de agora? A bancada oposicionista passa a ocupar 5 das 9 vagas de titulares na CPI, deixando quatro para os governistas. Já nas comissões de Justiça e Finanças nas quais o Governo tem quatro membros atualmente, os governistas ficarão reduzidos a três e 6 serão de oposição Na Comissão de Administração, com sete membros, o Governo fica com apenas 2 e a oposição com cinco.
PSB livrou-se de Matuto
A saída de Matuto do PSB era a menos esperada porque o PRD não acrescentaria muita coisa nas mudanças previstas mas deputados governistas comentavam em rodas no plenário que os socialistas devem ter encontrado com isso uma forma de evitar futuros atropelos diante da verborragia do deputado que fala no microfone o que lhe vem à cabeça e acredita que está abafando. Matuto usou palavras de baixo calão para se referir à governadora na semana passada em aparte a Dani Portela e agora, quando isso ocorrer, não será possível dizer que o parlamentar é socialista.
Pontos nos iis
Muitos cálculos foram feitos para operar as manobras de bastidores. Primeiro se desarticulou os blocões governista e oposicionista para fazer as trocas partidárias e, em seguida, a composição da CPI foi montada com base em novos blocos de forma a garantir, da base da oposição, os deputados Dani Portela, Rodrigo Farias, Diogo Moraes, Antonio Coelho e Waldemar Borges. Os governistas escolheram Antonio Moraes, João Paulo Silva, Wanderson Florêncio e Nino de Enoque.
Vala comum
A líder do Governo na Assembleia, deputada Socorro Pimentel, afirmou na tribuna esta segunda-feira que a CPI criada pela oposição “é uma cortina de fumaça, tentando desestabilizar o Governo Raquel Lyra, imaginando que vão conseguir colocá-la na vala comum da corrupção junto com o PSB. Mas eles não vão conseguir “. Segundo ela, a CPI “pela própria composição, não vai atuar com lisura, não vai ter a transparência que a gente queria que tivesse”.
Pergunta que não quer calar
Vai ter alguma surpresa na instalação da CPI esta terça às 8 horas na Alepe?
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