Especialista Leandro Trajano desvenda os segredos para empreender com quem você confia, evitando as armadilhas mais comuns
Da Rádio Jornal
Publicado em 13/08/2025 às 12:21
| Atualizado em 13/08/2025 às 12:23
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Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
Coluna é da sua conta: Abrir um negócio com um amigo ou parente é uma ideia que já passou pela cabeça de muita gente que busca empreender. Grandes marcas como Microsoft, Apple e Airbnb são exemplos de empresas de sucesso que começaram a partir de parcerias entre amigos. No entanto, por trás do sonho e da confiança, existem desafios significativos que, se não forem bem administrados, podem levar não só ao fracasso do negócio, mas também ao rompimento dos laços de amizade e família.
Ouça o conteúdo orginal em áudio
Listen to Amigos no negócio: como transformar a parceria em lucro sem perder a amizade byRádio Jornal on hearthis.at
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A força da confiança: por que empreender com amigos?
A principal atração de uma sociedade entre amigos ou familiares é o vínculo de confiança que já existe. Essa conexão, que vai além do profissional, faz com que os envolvidos acreditem no potencial do negócio e estejam dispostos a partilhar as “dores e as conquistas” da jornada empreendedora.
Um cenário comum é a união de forças onde um amigo tem o dinheiro para investir, mas não o tempo para gerir, e outro tem tempo e disposição para trabalhar, mas não o capital. Essa combinação pode parecer perfeita inicialmente, com um atuando como sócio investidor (fazendo o aporte financeiro) e o outro como sócio gestor/administrador (operando no dia a dia). Acreditar no potencial e ter alguém para “correr o risco junto” são motivadores poderosos.
Os desafios ocultos da sociedade: dinheiro, trabalho e o fim
Toda empresa, grande ou pequena, enfrenta desafios, e numa sociedade com amigos, estes se intensificam. As questões de trabalho, investimento e lucros são pontos críticos.
- Divisão de lucros e o pro-labore: Uma das primeiras questões é como dividir o lucro quando um sócio investe dinheiro e o outro entra com o trabalho. O especialista Leandro Trajano explica que o pro-labore, que é o “salário do sócio” que trabalha, deve ser considerado uma despesa do negócio. Ou seja, antes de calcular o lucro, os custos e despesas, incluindo o pro-labore, devem ser retirados da receita. O sócio investidor, por sua vez, deve receber o retorno do capital investido ao longo do tempo, conforme o que for acordado.
- Capital de giro e ponto de equilíbrio: É fundamental que o negócio possua capital de giro para cobrir despesas em meses de vendas baixas e para despesas fixas como aluguel ou marketing. Os sócios devem planejar os custos mensais e o capital necessário para iniciar e manter o negócio. O objetivo é alcançar o ponto de equilíbrio, ou seja, o quanto precisa ser gerado de receita para que o negócio se pague antes de buscar o lucro.
A chave para o sucesso: o acordo de sócios por escrito
A máxima “Combinado não sai caro” é essencial no contexto de uma sociedade. Mais do que acordos verbais, é crucial que todos os combinados sejam colocados por escrito. Leandro Trajano enfatiza a importância de um documento chamado “acordo entre os sócios”.
Este acordo deve esgotar o máximo de situações possíveis, tanto as comuns quanto as incomuns:
- Desistência de um sócio: o que acontece se o sócio investidor desistir? O negócio fecha? O outro sócio tem prioridade de compra? Qual o prazo para devolver o dinheiro investido?.
- Desistência do sócio operador: e se o sócio que opera no dia a dia desistir? O negócio consegue se manter sem ele?.
- Venda de ativos: se for preciso vender maquinário ou móveis, o dinheiro volta para quem investiu primeiro, para repor o capital, ou quem trabalhou também tem direito?.
Documentar essas situações antecipadamente evita problemas futuros, pois “quando o sonho começa a desmoronar um pouco, parece que não foi isso que você disse, era diferente ou entendi de outra forma”.
O papel essencial do advogado na formalização da parceria
Embora a ideia de formalizar tudo possa parecer uma “desconfiança” ao abrir um negócio com alguém próximo, envolver um advogado é sem dúvida o ideal. Um profissional do direito tem uma “visão além do alcance” pela experiência e lida diariamente com tipos de conflitos que as partes talvez nem imaginem.
O advogado poderá trazer à tona pontos cruciais e garantir que tudo esteja da melhor forma no acordo de sócios. Se não for possível contratar um advogado, o mínimo é que as duas partes conversem, coloquem tudo no documento e, se possível, autentiquem no cartório. A formalização, com tudo claro e assinado, oferece tranquilidade para que ambos os sócios saibam onde estão pisando.
Casamento e negócio: um risco duplicado?
A questão de empreender com cônjuges ou namorados é ainda mais delicada. Apesar de parecer que “vai estar comigo pra vida”, essa opção aumenta muito o risco, pois concentra a renda familiar em um único negócio.
- Concentração de risco: Se o negócio não der certo, a renda e o dia a dia da família estarão em risco. Ter um dos cônjuges em um setor diferente (privado ou público) e o outro no negócio diversifica o risco.
- Impacto no relacionamento: O trabalho pode se tornar o único assunto do dia a dia, e problemas no negócio podem afetar diretamente a vida a dois, e vice-versa.
- Decisão pessoal: Embora seja um grande desafio para muitos, há casais que gerem negócios juntos fantasticamente bem. A escolha depende do perfil de cada um e de uma conversa muito franca.
Empréstimo: banco ou amigo? A escolha do financiamento inicial
Ao considerar um empréstimo para abrir um negócio, a recomendação geral do especialista Leandro Trajano é não iniciar o empreendimento já com uma dívida.
- Dívida “boa” vs. dívida “ruim”: pegar um empréstimo para ampliar um negócio já rentável é diferente de tomar um empréstimo para tirar o negócio da estaca zero ou para cobrir despesas quando as contas não fecham. A dívida inicial pode “prender” ou “travar” o negócio.
- Prejuízo à amizade/família: Endividar-se com amigos ou parentes pode ser ainda mais complicado do que com um banco, pois envolve os laços pessoais.
A máxima “amigos, amigos, negócios à parte” no século XXI
A frase “Amigos, amigos, negócios à parte” continua a fazer sentido. No entanto, é totalmente possível fazer negócios juntos, desde que tudo esteja muito bem combinado, alinhado e, fundamentalmente, por escrito. A clareza no papel é a chave para a tranquilidade e para que ambos os sócios compreendam seus direitos e deveres.
Empreender é uma jornada prazerosa, mas não é simples, e exige muito trabalho e planejamento. Pensar detalhadamente sobre a questão financeira e os possíveis cenários, antes que os problemas surjam, é essencial para o sucesso e para preservar a amizade.
*Texto gerado com auxílio da IA a partir de uma fonte autoral da Rádio Jornal.


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