Sem perspectiva de conversa que reduza uma sanção de 50%, Brasil precisa ver como gastar para ajudar as empresas atingidas pelo governo Trump

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Sem perspectiva de conversa que reduza uma sanção de 50%, Brasil precisa ver como gastar para ajudar as empresas atingidas pelo governo Trump


Lula recebe apoio de Putin, Modi e Xi Jinping Mas eles não se comprometem em ações efetivas. Lula é quem está pedindo ajuda internacional via Brics.



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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, revelou, em audiência na Comissão Mista da Medida Provisória 1.303/2025 que o plano de contingência para socorrer empresas brasileiras afetadas pelo tarifaço imposto pelos Estados Unidos está “100% definido” e que deve ser apresentado pelo presidente Lula nesta quarta-feira (13).

Demorou. Mas enfim vamos ter um conjunto de ações que, de alguma forma, possa ajudar a reduzir (na ponta) o estrago que as mais de 10 mil empresas de pequeno e médio porte terão ao deixar de vender para o melhor mercado do mundo.

Não é para todos

Fernando Haddad teve o cuidado de avisar que, embora o conceito adotado seja na direção de preservação de empregos, algumas empresas não poderão garantir mesmo os postos de trabalho. Não tem como. E é importante acabar com o entendimento de que, pelo fato de exportarmos 12% para os Estados Unidos, não vamos ter um grande impacto no PIB.

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Perder um freguês do porte dos americanos é ruim para qualquer país. Isso não tem a ver com o caso dramático do pessoal da fruta que – no limite – vai ter que enterrar manga madura na propriedade para evitar a proliferação da mosca da fruta. Nem com o pessoal do mel (PI) que não tem para quem vender o que milhares de cooperados retiraram das colméias em meses.

Estique perdido

Tem a ver com o que fazer com milhões de peças de madeira certificadas no Paraná e milhões de pares de calçados desenhados para os clientes dos Estados Unidos no Rio Grande do Sul. Isso na ponta é perda de renda por, pelo menos, um ano.

Pode-se dizer que o governo precisa, de alguma forma, proteger os empregos e que a MP pode reduzir o impacto. Pode. Mas ninguém deve achar que não vamos perder o emprego de gente especializada em produtos únicos feitos para os Estado Unidos. Então, mesmo com o pacote de ajuda, o bicho vai pegar. E é importante o governo passar a mensagem que vai ser difícil. Muito difícil.

Quem ajuda mesmo?

E aí entra o esforço do governo de pedir arreglo a Índia, Rússia, China e África do Sul para que fortaleçam os BRICs. Será que isso pode ajudar?

Não. Primeiro, essa é uma ação de Lula. É ele quem está pegando o telefone e dizendo a Narendra Modi (Índia), Vladimir Putin (Rússia) e Xi Jinping (China) que é importante fortalecer os BRICs e o multilateralismo.

Gentileza verbal

Qual dos três diria a Lula que não apóia a ideia? Agora pergunta a eles se estão dispostos a bancar essa idéia de Lula de uma moeda alternativa?
Não farão porque já estão pagando mais caro apenas pelo fato de comprarem petróleo da Rússia.

Crise de refino

Proporcionalmente, o impacto econômico da taxação de 50% para a índia é maior que no Brasil. Porque a Índia não tem petróleo (extrai menos de 5%) e sua base de processamento é refino.
Se Trump pune a Índia com mais sanções por essa compra, a economia indiana entra em colapso. Porque o mundo não tem petróleo em quantidade para suprir o mercado daquele país.

Venda casada

Outra coisa. A Rússia vai continuar vendendo petróleo ao Brasil porque a venda é casada com fertilizante. Putin vai forçar a venda dos dois produtos.

E a China? Bom a China é outro papo. E se Lula achar que Xi Jinping está disposto a ajudá-lo é bom cair na real. Toda essa atenção é para se fortalecer junto aos Estados Unidos. Não podemos deixar de prestar atenção. Até agora, o único país que negocia de fato com os Estados Unidos é a China.

China é diferente

Tanto que Trump já deu 90 dias e agora mais 90 dias. Não tratou ninguém desse jeito. Então, Lula não deve achar que as respostas de apoio são mais do que apenas apoio verbal. Modi, Putin e Jinping não deram uma palavra para esse negócio de moeda alternativa.

Lula se “queimou” no encontro dos Brics no Rio de Janeiro com essa pauta de moeda alternativa e vai se queimar sozinho. Está isolado nessa cruzada. Isso fora a questão Bolsonaro que serviu para os Estados Unidos fecharem as portas.

Pode-se dizer que as portas foram fechadas pela atuação diligente de Eduardo Bolsonaro. Pode. Mas é difícil achar que Trump está muito interessado no que diz o filho de Jair Bolsonaro.

Teste limites

Aparentemente Trump está disposto a testar rigorosamente todos os limites de um mandato presidencial no mundo.Só isso explica que tenciona atacar o narcotráfico em outros países. A intervenção da polícia de Washington e as ações das universidades. Ele vai forçar e testar a resistência. Esse talvez seja o fato mais preocupante. Qual será o limite de Trump?

Então talvez seja melhor mesmo o governo Lula costurar um plano de ajuda e deixar o tempo passar e esperar. Sabendo que o julgamento de Bolsonaro vai funcionar como fole de forja e aquecer ainda mais a temperatura.


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Diretor para pequenas e médias empresas, Marcelo Gambarini, Itaú Unibanco reuniu nesta terça-feira, num encontro na Usina Dois Irmãos – Divulgação

Itaú Empresas conta histórias de sucesso de PMEs

Numa conversa liderada pelo diretor para pequenas e médias empresas, Marcelo Gambarini, Itaú Unibanco reuniu nesta terça-feira, num encontro na Usina Dois Irmãos, na Zona Norte do Recife 200 empresários assistidos pelo pólo de atendimento às PMEs no Recife numa conversa sobre economia e negócios ancoradas no pacote de serviços da instituição.

Além de Gambarini, o encontro de uma apresentação do economista Ricardo Amorim e o depoimento de três clientes do banco que contaram suas jornadas e experiências no mercado, dificuldades e como conseguiram superar seus desafios e se posicionar no mercado.

Itaú no Nordeste

Os clientes do Itaú Empresas movimentam mais de R$8 bilhões por mês em Pernambuco e segundo Gambarini o estado é muito importante para a estratégia do Itaú no Nordeste e para o segmento de clientes PJ do banco, pois reúne mais de 21% de todas as empresas clientes na região. Desde 2023, nossa carteira de crédito aumentou em quase 50% e o índice de satisfação cresceu 12 pontos, refletindo o fortalecimento do relacionamento e engajamento dessas empresas.

E para fortalecer mais essas relações com os clientes, o Itaú Unibanco vem promovendo networking e disseminação de conteúdos relevantes, através do Itaú Empresas uma série de eventos para empreendedores ao redor do país. A conversa nesta terça-feira (12) foi o segundo encontro reunindo diversos segmentos de PMEs clientes do banco.

Jornada de crescimento

Marcelo Gambarini afirma que uma das marcas do Itaú Empresas é acompanhar de perto a vida das empresas e ajudar seus clientes na jornada de crescimento onde entre outras decisões saem do sistema de tributação do Simples Nacional, para o de Lucro Presumido e não raro para o de Lucro Real.

Esse crescimento é uma experiência única para o empresário que vai evoluindo não só no faturamento, mas no mercado e passa a necessitar mais atenção do banco que no caso do Itaú Empresas tem as ferramentas para ajudá-lo nessa jornada. A conversa, desta terça feira, é mais uma oportunidade para que esses empresários mostrem suas histórias de sucesso que nós fazemos questão de acompanhar e comemorar.

Nós na Inquisição

O economista Jacques Ribemboim fala na Academia Brasileira de Letras (RJ) sobre o tema “Pernambuco, Judaísmo e Inquisição no Brasil colonial” nesta quinta-feira (14) a convite do acadêmico Arnaldo Niskier. A entrada é franca.

Olho na emenda

A secretaria de Planejamento vai oferecer um treinamento com as assessorias dos 49 deputados na segunda quinzena deste mês com o objetivo prepará-los para usar a nova plataforma de acompanhamento das emendas destinadas por eles. A base de dados começa com a inscrição de todas as emendas em um sistema que permite ao gabinete do deputado acompanhar a tramitação e verificar as pendências e cobrar a documentação de cada processo.


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Nesta terça-feira (19) o Novotel Recife Marina celebra seu primeiro ano de operação no Skais Rooftop – Divulgação

Nesta terça-feira (19) o Novotel Recife Marina celebra seu primeiro ano de operação com um evento para convidados no Skais Rooftop, reunindo autoridades, trade turístico, sociedade e pernambucana e os investidores do empreendimento. Inaugurado em agosto de 2024 e assinado pelo arquiteto Jerônimo Cunha Lima, o hotel tem 299 apartamentos com administração da Atrio Hotel Management e gestão de Gustavo Alves.

Rodada da Moda

A 40ª Rodada de Negócios da Moda em Pernambuco (RNMP) entrou para a história do projeto ao registrar faturamento de R$ 36 milhões, superando a meta e reunindo 200 fabricantes de vestuário, calçados e acessórios, o maior já registrado recebendo compradores dos estados de Goiás, Santa Catarina, Bahia, São Paulo, Ceará e Minas Gerais. Realizada pela Associação Comercial e Empresarial de Caruaru (Acic) e pelo Sebrae-PE, a próxima edição será de 2 a 4 de março de 2026.

Sustentável

O Sindicato das Agências de Propaganda de Pernambuco (Sinapro-PE) participa nesta quinta-feira(14) do encontro nacional do Ecossistema SINAPRO/FENAPRO, no Rio de Janeiro. Lelê de Carvalho (presidente), Ricardinho Lira (vice-presidente) e Josival Júnior (tesoureiro) se juntam a 40 líderes do setor para discutir o tema de um mercado publicitário mais sustentável.


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Mary Elbe Queiroz autoria d elivros com a Anelize Lenzi Ruas de Almeida e Rita Dias Nolasco. – Divulgação

Conciliação

A advogada tributarista Mary Elbe Queiroz, presidente do Cenapret e sócia do Queiroz Advogados, revela que o Brasil enfrenta hoje um dos momentos mais delicados de sua história tributária envolvendo questões tributárias já respondem por quase um terço dos processos contra a União classificados com risco de perda possível ou provável.

Caso o governo seja derrotado nas instâncias superiores, o impacto fiscal pode superar R$1 trilhão. Desse total, quase metade se refere a interpretações de leis criadas com foco arrecadatório e em desacordo com a Constituição, como as contribuições PIS e Cofins, que serão substituídas pela nova CBS com a implementação da reforma tributária. Ela defende que o país substitua a lógica do embate pela prevenção e construção de soluções.

Mary Elbe participou da obra coletiva organizada em conjunto com as procuradoras da fazenda nacional Anelize Lenzi Ruas de Almeida e Rita Dias Nolasco “A Consensualidade no Direito Tributário” que tem prefácio do presidente do STF, Luís Roberto Barroso.





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