Após anos de baixa aplicação, governo projeta R$ 6,1 bi em investimentos para 2026, reforçando papel dos empréstimos, que aguardam aprovação na Alepe
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Nos últimos anos, Pernambuco enfrentou um cenário de baixos investimentos públicos, com percentual da receita corrente líquida insuficiente até para manter os equipamentos existentes, quem dirá para novos projetos. O governo atual quer mudar essa realidade e devolver ao estado o status de uma das principais lideranças do Nordeste, com planejamento e metas claras. Para 2026, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) prevê R$ 6,1 bilhões, reforçando o compromisso da gestão em ampliar investimentos.
Segundo o secretário de Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Regional de Pernambuco, Fabrício Marques Santos, a LDO para o próximo ano segue a linha dos últimos anos, com estabilidade fiscal e alinhamento ao Plano Plurianual (PPA) que começou em 2024, fruto de um intenso processo de escuta da população e planejamento.
Em 2025, a previsão é investir entre R$ 4,5 bilhões e R$ 5 bilhões em recursos próprios — um dos maiores volumes nominais da história do Estado — apesar da frustração de cerca de R$ 1 bilhão na transferência federal do PAC.
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Fabrício lembra que Pernambuco historicamente investiu pouco, e que a governadora Raquel Lyra está focada em recuperar a infraestrutura pública, incluindo hospitais, escolas, rodovias e barragens, ativos que estavam degradados após anos de baixos aportes.
“Muitas vezes, a população ainda não percebe a dimensão dos investimentos porque estamos focados na recuperação de ativos que estavam depreciados. Mas esse esforço está em curso e vai se refletir na vida das pessoas”, destaca o secretário.
Um exemplo de avanço é a climatização das escolas públicas: mais de 50% já estão climatizadas, índice superior ao de estados mais ricos, e a meta é chegar a 100% até o fim do mandato.
Ceará como exemplo
O secretário cita o Ceará como referência. Há há 20 anos, o estado mantém um patamar de investimento público próximo a 10% da receita corrente líquida, considerado uma taxa ótima para garantir desenvolvimento sustentado. Pernambuco pretende seguir esse modelo.
“Não adianta investir 30% e não conseguir manter. Mas com 10% ao ano, de forma organizada, é possível mudar a realidade em 5 ou 6 anos. Um estado pobre que não investe em infraestrutura fica para trás, ainda mais com a perspectiva do fim dos benefícios sociais”, alerta.
Importância dos empréstimos
Diante do cenário de restrição de recursos federais — que hoje repassam cerca de R$ 200 milhões a R$ 300 milhões por ano para investimentos, contra mais de R$ 1,2 bilhão na época do governo Eduardo Campos —, Pernambuco tem apostado em operações de crédito para ampliar sua capacidade de investimento.
O secretário detalha que o governo conta com autorização da União para contrair até cerca de R$ 10 bilhões em empréstimos ao longo do mandato, e que a Assembleia Legislativa do Estado (Alepe) precisa aprovar esses pedidos para viabilizar os recursos.
Depois de meses travados na Alepe, os projetos de lei para autorização de empréstimos começaram a tramitar. O primeiro pedido, de R$ 1,513 bilhão, tem parecer do relator previsto para os próximos dias e deve ser votado em 19 de agosto. O segundo, de R$ 1,7 bilhão, aguarda análise e votação futura.
A oposição tem questionado as solicitações, dificultando o andamento e pedindo detalhamento das informações. O governo esclarece que os valores estão dentro do limite autorizado pela Secretaria do Tesouro Nacional para 2025 e que os empréstimos permitirão ampliar investimentos, buscando as melhores condições junto a bancos nacionais e internacionais.
“A Assembleia Legislativa precisa autorizar esses empréstimos. Na minha cabeça, não passa a possibilidade de a Alepe não aprovar uma autorização de empréstimo com garantia da União. Esses recursos não são cumulativos. Por exemplo, a União sinalizou, com base nas contas de 2023, que o Estado poderia contrair R$ 1,5 bilhão em empréstimos em 2025. Se não protocolarmos esse pedido agora, o valor não acumula para o ano seguinte. Pernambuco tem baixa taxa de endividamento e passou muitos anos sem investir. Abrir mão de um capital de R$ 1,5 bilhão para infraestrutura seria impensável. Nossa expectativa é aprovar esse projeto com diálogo e articulação”, enfatiza o secretário.
Parte desses recursos já está destinada a rodovias, saneamento, barragens, infraestrutura hídrica, portos, modernização de hospitais e outras áreas. Outra parcela será aplicada em projetos estruturadores para atrair investimentos privados.
Além disso, o Estado finaliza uma reestruturação da dívida, substituindo R$ 1,5 bilhão contratados a juros altos por um financiamento do Banco Mundial, com juros de cerca de 4% ao ano e prazo de até 35 anos, que deve gerar economia de R$ 1 bilhão entre 2026 e 2030. “Reduz custo, alonga prazo e abre espaço no orçamento para novos investimentos sem comprometer a saúde fiscal”, explica Fabrício.
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