Congresso destaca papel da imunização na longevidade. Vacinas como as da gripe, covid-19 e herpes zoster oferecem proteção além das infecções
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A vacinação ao longo da vida é uma das principais estratégias para o envelhecimento saudável. No caso das pessoas idosas, manter o calendário vacinal em dia pode trazer benefícios que vão além da proteção contra vírus e bactérias.
Estudos mostram que algumas vacinas ajudam a reduzir o risco de episódios de infarto, acidente vascular cerebral (AVC) e até o desenvolvimento de demências. O calendário vacinal da pessoa idosa será um dos temas abordados no Congresso Pernambucano de Geriatria e Gerontologia (CPEGG), nos dias 8 e 9 de agosto, no Beach Class Convention by MAI, em Boa Viagem, Zona Sul do Recife.
O evento reunirá profissionais da saúde, pesquisadores, estudantes e instituições voltadas ao cuidado da pessoa idosa.
Apesar da importância da vacinação, é cada vez mais comum encontrar idosos que não seguem à risca o calendário vacinal brasileiro.
“Tem se tornado cada vez mais frequente encontrar idosos que não tomaram as doses mais recentes da vacina da covid-19 e também da influenza. A maioria não sabe que a recomendação atual é que o reforço da covid-19 seja semestral para quem tem 60 anos ou mais, e que a vacina da gripe é anual, geralmente oferecida durante campanhas do Ministério da Saúde”, diz o médico geriatra Rodrigo Patriota, presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia – Seccional Pernambuco (SBGG-PE).
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De acordo com dados do Ministério da Saúde, até o mês de 2025, foram aplicadas pouco mais de 520 mil doses da vacina de influenza em idosos, em Pernambuco. Isso significa que apenas 36% da população idosa receberam o imunizante, bem abaixo da meta estabelecida de 90%.
Segundo o geriatra, parte da população ainda tem resistência por conta de fake news e desinformação. Mensagens que relacionam vacinas a problemas como miocardite e pericardite afastam os idosos dos postos de saúde. No caso da gripe, muitos acreditam erroneamente que a vacina “não funciona”, porque, mesmo após serem imunizados, acabam ficando doentes.
“As pessoas não conseguem enxergar o potencial de proteção das vacinas. A da influenza, por exemplo, é amplamente estudada e está associada à redução de risco de eventos cardiovasculares em relação aos idosos que não tomam este imunizante. Um idoso que já teve infarto tem menos chance de passar por um novo episódio ou de morrer se segue corretamente o calendário vacinal”, destaca o geriatra Rodrigo Patriota.
Além da covid-19 e da influenza, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) oferece gratuitamente vacinas como hepatite B. Mas há também imunizantes disponíveis apenas na rede privada e que são recomendados para pessoas com 60 anos ou mais.
Entre eles, está a vacina contra herpes zoster, que previne a reativação do vírus da catapora. A vacina pneumocócica 20, por sua vez, oferece proteção ampliada contra bactérias que causam pneumonias, meningites e outras infecções graves. Já a vacina dTpa (contra difteria, tétano e coqueluche) é importante para prevenir em casos de surto de coqueluche.
Mais recentemente, também foi aprovada no Brasil a vacina contra o vírus sincicial respiratório (VSR), que protege contra uma das principais causas de infecções respiratórias em idosos, como bronquiolite e pneumonia.
A vacina está disponível em clínicas privadas e deve ser considerada, entre outros casos, para pessoas com doenças pulmonares crônicas ou imunossuprimidas.
Além disso, a vacinação também pode ajudar a retardar ou evitar o desenvolvimento de demências. É o caso da vacina contra o VSR em idosos, que está associada a um risco reduzido de desenvolvimento da condição, de acordo com estudo conduzido pelos pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido.
O mesmo acontece com a vacina contra o vírus varicela zoster. De acordo com um estudo realizado por pesquisadores da Stanford Medicine, nos EUA, no País de Gales, a imunização é capaz de reduzir em 20% o desenvolvimento de demência.
“Falta clareza nas campanhas de vacinação e sobram fake news. Vacinar-se é um investimento na saúde física, mental e cardiovascular do idoso. Mais do que evitar doenças infecciosas, estamos falando de qualidade de vida e autonomia na durante o envelhecimento”, diz o presidente da SBGG.

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