Vem aí o programa “Minha Primeira Arma”. Autor do projeto diz à coluna que quem mora no interior do país sabe a necessidade de uma arma legalizada
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PORTA-VOZ
O senador Nelsinho Trad (PSD-MS) disse à coluna que “os efeitos das decisões do presidente [Donald] Trump já estão sendo sentidos no interior do estado”. Presidente da Comissão de Relações Exteriores, Nelsinho defendeu que o Congresso tem que fazer sua parte. “Não podemos nos omitir”, ao anunciar que ao menos cinco plantas frigoríficas do Mato Grosso do Sul “não exportação produzindo a carne para exportação aos Estados Unidos”.
SEM SONHO
Impedido de sair de casa nos fins de semana, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), ainda assim, ele era esperado em uma padaria próxima à sua casa, no bairro Jardim botânico. “Nem veio”, disse à coluna uma atendente que sempre elogia a gorjeta do político.
É NÓIS, É NÓIS!
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), criticou a falta de reação do governo federal e anunciou abertura de linha de crédito com taxas menores para socorrer os pequenos produtores afetados pelas decisões do governo norte-americano.
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É BRINCADEIRA…
…mas agentes da Polícia Federal — enquanto tomavam um cafezinho na “sala de descanso” — sugeriram “convocar” o “hacker de Araraquara”, como é conhecido Walter Delgatti Neto, para ajudar a desvendar os segredos do pendrive apreendido na casa de Bolsonaro. O hacker está preso por invadir o sistema de dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
MINHA ARMA, MINHA VIDA
A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ) deve analisar, no início de agosto, o projeto do deputado Marcos Pollon (PL-MS) que propõe a criação do programa “Minha Primeira Arma”. O objetivo é “facilitar o acesso legal a uma arma de fogo, tão necessária por esse interior do país”.
PENSE NISSO!
Pareceu-me promissor — tratando-se de um jurista — que ele citasse Machado de Assis (1839-1908) para argumentar em defesa da soberania nacional.
“A soberania nacional é a coisa mais bela do mundo, com a condição de ser soberania e de ser nacional”.
Lembro-me que minha primeira educadora, Francisca Pereira de Souza (1935-2011) — que vinha a ser minha mãe — alfabetizadora do programa Escola Radiofônica, do Movimento de Educação de Base (MEB), gostava de citar Machado de Assis com tanta ênfase que chegava a ficar com um olhar marejado de “tanto encantamento com o texto”, dizia ela.
Mas Dona Chica, como era conhecida pelos alunos ao pé do rádio — um Montreal de cinco faixas — dizia sempre ao final da aula: “Cuidado com as armadilhas do escritor. Ele escrevia como se fosse em sobreposição, uma narração por sobre outra”.
Desde cedo, recomendo aos meus alunos, na sala de aula: nem pensem em fazer uma citação fora de contexto — especialmente se se tratar de um texto de Machado de Assis. Vocês podem até mexer com uma peça, mas possivelmente vão estar colocando seu jogo a perder.
Pense nisso!

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