No Nordeste, apenas Fortaleza exibiu aceleração tanto na variação mensal quanto na interanual. A taxa mensal subiu de 1,31% para 1,44%
JC
Publicado em 05/07/2025 às 6:00
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O Índice Geral do Mercado Imobiliário Residencial (IGMI-R) subiu 1,44% em maio, mostrando aceleração frente à variação de 0,86% registrada em abril. O índice acumulado em 12 meses avançou de 10,63% para 11,36%, indicando continuidade no processo de valorização dos imóveis residenciais. Esse movimento ocorre mesmo com a elevação da taxa básica de juros (Selic), que atualmente está em 15% ao ano, o que reforça a resiliência do setor diante de um cenário monetário mais restritivo.
RESULTADOS REGIONAIS
A leitura regional do Índice Geral do Mercado Imobiliário Residencial (IGMI-R) revela dinâmicas heterogêneas entre os principais centros urbanos do país, refletindo as particularidades locais de oferta, demanda e acesso ao crédito.
No Sudeste — maior mercado imobiliário do país e com peso significativo na composição do índice nacional — todas as cidades analisadas registraram aceleração na variação mensal. No entanto, no acumulado em 12 meses, apenas Belo Horizonte apresentou desaceleração, com a taxa interanual recuando de 16,80% para 15,56%.
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No Nordeste, apenas Fortaleza exibiu aceleração tanto na variação mensal quanto na interanual. A taxa mensal subiu de 1,31% para 1,44%, enquanto a variação acumulada em 12 meses avançou de 11,02% para 13,05%. No Recife, a taxa mensal foi de 1,88% para 0,78%. Em 12 meses, a taxa passou de 5,63% para 5,40%.
Na região Sul, todas as cidades também mostraram aceleração nas taxas mensal e interanual. O destaque foi Curitiba, onde a variação mensal saltou de 0,87% para 1,28% e a interanual avançou de 12,31% para 13,02%.
Por fim, no Centro-Oeste, o movimento de aceleração foi generalizado entre as capitais analisadas, com destaque expressivo para Brasília. A capital federal registrou um forte avanço na variação mensal, que passou de 0,37% para 3,70%, e na interanual, que subiu de 2,48% para 4,40%.
ARREFECIMENTO DO MERCADO
A desaceleração da taxa interanual do IGMI-R, iniciada em novembro de 2024, reforça os sinais de arrefecimento gradual no mercado imobiliário residencial. Em maio de 2025, o índice acumula alta de 11,36% em 12 meses, abaixo do pico observado no início do atual ciclo de recuperação.

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