Para a confecção, 14 ecoestações e mais de 130 Pontos de Entrega Voluntária (PEVs) estão espalhados pela cidade para coleta de garrafas PETs
Publicado em 11/02/2025 às 14:12
| Atualizado em 11/02/2025 às 14:25
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Pela primeira vez, a confecção do Galo Gigante, do Galo da Madrugada, será feita com 100% de material reciclável. Os resíduos serão entregues pela própria população.
Para isso, a Prefeitura do Recife disponibilizou 14 ecoestações e mais de 130 Pontos de Entrega Voluntária (PEVs) espalhados pela cidade para a coleta de garrafas PET de 2L para a produção.
O bloco desfila no Sábado de Zé Pereira, no dia 1º de março, e o Galo Gigante terá 27 metros de altura e nove toneladas – ainda não foram revelados, no entanto, detalhes da sua indumentária.
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A ação ainda abre caminho para uma novidade no Carnaval de 2026: um Galo Gigante feito inteiramente de materiais reciclados coletados no desfile deste ano.
“A cada ano, a escultura se supera no compromisso ambiental. Em 2019, 50% da estrutura foi feita com materiais reciclados. Depois, avançamos para 70%, 80%, e agora, em 2025, vamos alcançar os 100%”, detalhou Leopoldo Nóbrega, responsável pelo galo Gigante nos últimos cinco anos, em coletiva na sede do bloco nesta terça-feira (11).
Coleta seletiva
Neste ano, a agremiação também irá fazer a coleta seletiva de 100% dos resíduos gerados durante o desfile, em parceria com cerca de 10 cooperativas de catadores.
“São mais de 300 trabalhadores das cooperativas e cerca de 100 avulsos, que receberão todo o suporte no Sábado de Zé Pereira. Iremos fornecer alimentação, água e Equipamentos de Proteção Individual, além de pagar uma diária e garantir também a compra direta de todas as latinhas coletadas no dia”, afirmou Guilherme Menezes, diretor de Marketing do Galo.

Coletiva de imprensa revelou iniciativas socioambientais e de inclusão para o Galo da Madrugada de 2025 – ANDERSON MAIA/DIVULGAÇÃO
A gestão dessas equipes de coleta será feita em parceria com a Novelis. A recepção e a compra dos materiais coletados serão feitas por uma Central de Reciclagem do Carnaval, que terá três unidades montadas em pontos estratégicos do percurso do Galo.
“Duas dessas centrais estarão operando para comercialização das coletas. Lá, os trabalhadores poderão vender os resíduos por um valor acima do de mercado, além do pagamento que irão receber pelo serviço prestado”, explica Daniel Pernambucano, coordenador de sustentabilidade da Central.
Os trabalhadores terão, ainda, sua própria ala no desfile, com aproximadamente, 50 coletores.
Carbono Zero
Pelo segundo ano consecutivo, o Galo irá realizar um desfile com compensação de cem por cento do carbono emitido em todas as atividades que envolvem o desfile – deslocamento de trios elétricos e carros alegóricos, montagem de camarotes e deslocamento de trabalhadores, por exemplo.
“Faremos um levantamento completo dos gases de efeito estufa gerados durante o evento para, posteriormente, compensá-los por meio de créditos de energia renovável”, explica Vinícius Hernandes, especialista em créditos de carbono e gerente de negócios da Ambipar, empresa especializada em projetos ambientais e parceira do Galo nessa iniciativa.
Acessibilidade
Pela primeira vez, o desfile do Galo contará com uma ala formada por foliões com deficiência, incluindo cegos, surdos e cadeirantes. Um dos integrantes dessa ala é o funcionário público Fernando Dias, de 58 anos, que é cego e folião do Galo desde 1983.

Coletiva de imprensa revelou iniciativas socioambientais e de inclusão para o Galo da Madrugada de 2025 – ANDERSON MAIA/DIVULGAÃ?Ã?O
“Já aconteceu de pessoas me verem no meio da multidão e, achando que eu estava em um local inadequado, tentarem me acomodar em um camarote. Agradeci a gentileza, mas expliquei que gosto mesmo é de estar ali, no meio do povo, com amigos – deficientes ou não – tomando aquela cerveja gelada” brincou Fernando.
“A criação da Ala da Acessibilidade (no Galo) é uma forma de incluir as pessoas com deficiência que precisam de necessidades específicas para se locomover e se comunicar, bem como de proporcionar a esses cidadãos a chance de brincar na rua como fazem os demais foliões”, acrescenta Liliana Tavares, responsável pela Ala da Acessibilidade no desfile do Galo da Madrugada.
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