O Brasil não reconheceu oficialmente a vitória do presidente socialista e solicitou a apresentação da ata da eleição, que nunca foi tornada pública
Publicado em 11/01/2025 às 16:56
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O Brasil expressou neste sábado (11) sua “grande preocupação” com “denúncias de violações de direitos humanos a opositores” do governo venezuelano, um dia após o presidente Nicolás Maduro tomar posse para um terceiro mandato.
“O governo brasileiro deplora os recentes episódios de prisões, de ameaças e de perseguição a opositores políticos”, diz a nota.
A reeleição de Nicolás Maduro em julho de 2024 é questionada pela oposição, que denunciou fraudes na votação e reivindicou a vitória de seu candidato Edmundo González Urrutia, que acabou sendo forçado ao exílio mais tarde.
O Brasil não reconheceu oficialmente a vitória do presidente socialista e solicitou a apresentação da ata da eleição, que nunca foi tornada pública.
O governo do presidente de esquerda de Luiz Inácio Lula da Silva, no entanto, enviou um representante – seu embaixador em Caracas – à posse de Maduro.
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“O Brasil exorta, ainda, as forças políticas venezuelanas ao diálogo e à busca de entendimento mútuo, com base no respeito pleno aos direitos humanos com vistas a dirimir as controvérsias internas”, afirmou o Itamaraty em nota.
Na sexta-feira, Lula e seu colega francês, Emmanuel Macron, pediram que Maduro “retomasse o diálogo com a oposição”.
Fronteiras fechadas
Brasília anunciou, na noite de sexta-feira (10), que a fronteira entre Brasil e Venezuela estava fechada até segunda-feira (13), por decisão das autoridades venezuelanas.
O governo de Maduro também fechou a fronteira com a Colômbia na manhã de sexta-feira, citando uma “conspiração internacional para perturbar a paz dos venezuelanos”.
Equador, Panamá, Costa Rica e República Dominicana repudiaram neste sábado a posse de Maduro.
Os quatro governos que integram a Aliança pelo Desenvolvimento na Democracia (ADD) rejeitaram “da forma mais enérgica o ato ilegítimo de tomada de posse em 10 de janeiro na Venezuela (…) produto de uma fraude eleitoral imposta através do terror de Estado contra o povo venezuelano”.
Para a ADD, “há evidências” de que “o eleitorado votou pacífica e maciçamente a favor de Edmundo González Urrutia”.
“A ADD continuará trabalhando junto com a comunidade internacional por uma transição democrática na Venezuela que encerre este lamentável período de opressão e violações sistemáticas dos direitos humanos”, acrescentou o comunicado.
Alfredo Romero, presidente da ONG Foro Penal, informou na sexta-feira que sua associação registrou “49 prisões por fins políticos na Venezuela” desde o início do ano.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, que acompanha a situação no país sul-americano “com grande preocupação”, pediu a libertação de todos os “detidos arbitrariamente”.
lg/cls/jc/dd

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