RMR fechou 2024 com taxa inferior a do Brasil (4,83%) e entre as mais baixas do País, depois de Porto Alegre, 3,57%; Brasília, 3,93% e Vitória, 4,26%
Publicado em 10/01/2025 às 14:10
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A inflação na Região Metropolitana do Recife (RMR) encerrou 2024 com taxa acumulada de 4,36%. O percentual é considerado moderado, ficando abaixo do teto da meta do País (tolerância de até 4,5%) e melhor do que taxa nacional (4,83%). O IBGE divulgou nesta sexta-feira (10), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador que mede a inflação oficial do País. Com esse resultado, o Brasil descumpre três vezes, nos últimos quatro anos, a meta de inflação. O estouro da meta foi registrado em 2021, 2022 e agora em 2024.
No Grande Recife, ao longo de 2024, entre os grupos que compõem o IPCA, as maiores altas vieram dos segmentos de saúde e cuidados pessoais (6,71%), alimentação e bebidas (6,42%) e educação (5,38%). Também apresentaram alta os setores de transportes (3,46%), habitação (2,3%) e comunicação (2,14%). Já os artigos de residência foram responsáveis por um movimento de deflação, com queda de 1,29%.
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IPCA BRASIL
As carnes (20,84%), a gasolina (9,71%), os planos de saúde (7,87%), o óleo de soja (29,21%), o azeite de oliva (21,53%), o café moído (39,6%) e o leite longa vida (18,83%) pesaram nas compras dos brasileiros no ano passado.
A inflação de 4,83% no acumulado de 2024 é a maior para um período entre janeiro e dezembro desde 2022, quando o IPCA acumulou alta de 5,78%. Em 2023, a inflação anual foi de 4,62% e ficou dentro do intervalo da meta após dois anos seguidos de descumprimentos.
Desde outubro já se percebia que a variação do IPCA ultrapassava o teto da meta. Desde a divulgação que apontou uma taxa acumulada de 4,76%, o IPCA não voltou mais a aparecer dentro do intervalo da meta.
JUSTIFICATIVA
O Banco Central terá que justificar o estouro da meta. A determinação estabelece que o presidente do BC (Banco Central) encaminhe uma carta pública para o ministro da Fazenda sempre que a inflação superar a meta definida pelo CMN. A expectativa é que a publicação aconteça ainda nesta sexta-feira (10).
No acumulado de 202, a gasolina provocou o maior impacto individual sobre a inflação de 2024, com alta de 9,71%. Preço dos combustíveis para veículos subiu 10,09%. Também ficaram mais caros o etanol (17,58%), o gás veicular (7,66%) e o óleo diesel (0,66%).

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