Projeto faz parte do “Circuito de arte das águas do Recife”, coordenado pela Prefeitura, através da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade
Publicado em 03/01/2025 às 21:54
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O Açude de Apipucos, na Zona Norte do Recife, ganhou um novo elemento para compor a sua paisagem e deixar o local mais atrativo. A partir de agora, quem circular na região poderá conferir a instalação da obra de arte “Kapi’wara”, do artista plástico Demétrio Albuquerque Silva Filho. Trata-se de uma escultura com três peças representando capivaras, fixadas sobre balsa flutuante pré-fabricada em polietileno modular, ancorada ao meio do açude com iluminação interna, acesas à noite junto com a iluminação pública.
“A obra faz parte de um circuito de paisagismo nas águas, conduzido pela Secretaria de Meio Ambiente”, explicou o prefeito João Campos, na noite desta sexta-feira (3), ao realizar a entrega. “Aqui, a capivara simboliza a nossa natureza, porque é um elemento nativo nosso. E a iluminação também carrega um painel solar pra geração de energia, então, além de fazer algo com a cultura e a arte, trazemos um conceito sustentável”, afirmou. O gestor estava acompanhado ainda do secretário de Meio Ambiente, Oscar Barreto.
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OBRA NO AÇUDE
Ancorada por cabos e blocos, a obra permanecerá a meia distância das margens, na parte leste do açude, depois da ponte que liga o bairro de Apipucos ao Parque da Macaxeira. O valor investido foi de R$ 242 mil, recurso de mitigação ambiental oriundo do projeto “Circuito de arte das águas do Recife”, coordenado pela Prefeitura, através da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SMAS).
A obra de arte “Kapi’wara” traz uma simbologia representando o Circuito das Águas na figura da Capivara, que já dá nome ao rio-símbolo do Recife, o Capibaribe, cuja bacia se liga e dá razão à existência do açude. As peças das capivaras são feitas em resina cristal e fibra de vidro, translúcidas, coloridas com pigmento, com tratamento UV, fixadas ao piso por parafusamento inox.
“A proposta artística proporciona vários desdobramentos, desde a contemplação paisagística e turística, a educação ambiental e inserção social e produtiva das comunidades, como um motivador cultural que coroe este longo trabalho de recuperação e preservação deste sistema para a cidade e sua população. Acreditamos que a proposta venha somar forças no processo de envolvimento e motivação da população para o cuidado e atenção que o sistema hídrico merece, voltando a ser agente usuária e cuidadora deste tesouro natural”, comenta Demétrio.
SOBRE O “CIRCUITO DE ARTE DAS ÁGUAS DO RECIFE”
O objetivo é promover a instalação de obras de artistas nascidos ou residentes em Pernambuco, reconhecendo o estado como importante pólo brasileiro de criação de arte e de cultura, além de valorizar os espaços públicos ligados às águas da cidade do Recife, em benefício de sua população. É um projeto social envolvendo as comunidades locais que pretende fomentar oportunidades para a educação ambiental. Esse projeto dialoga com a urbanização em curso dos locais e territórios onde as obras serão instaladas.
Esta chamada é um projeto piloto de implantação de um circuito das águas do Recife: um projeto de longo termo que visa instalar obras de arte em vários lugares ligados às águas fluviais da cidade – rios, riachos, açudes e lagoas –, a ser suportado pelo Plano de Mitigação Ambiental sob a coordenação da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Prefeitura da Cidade do Recife.
SOBRE O ARTISTA
Demétrio Albuquerque Silva Filho (Piauí, 1961) é formado em Arquitetura e iniciou as atividades como escultor frequentando os ateliers de escultores em Recife. Em 1987, ganha o concurso para o Monumento Tortura Nunca Mais. Segue para Curitiba, onde faz o curso de escultura do Centro de Criatividade do Parque São Lourenço com orientação do escultor Elvo Benito Damo. Ganha o prêmio João Turim (91) de aquisição no 1º salão do Museu João Turim em Curitiba com as esculturas Migrante e Andaluz. Muda-se para o Japão onde faz curso de cerâmica (Yakimono) e realiza a exposição Karada em Ashikaga-shi. Volta para Pernambuco e se estabelece em Olinda, passando a produzir esculturas de grande porte: “A Pedra” Jardim de esculturas do Shopping Recife; “Caboclo de Lança”, Av. Chico Science – Olinda; “Circuito dos Poetas do Recife” com 12 estátuas; “Dom Helder”, Recife; “Monumento a Augusto dos Anjos” na Praça Pedro Américo, João Pessoa PB; Mestre Vitalino, Caruaru.

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