Isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil foi aprovada por 75% dos entrevistados. Pesquisa também mostra avaliação em Pernambuco.
Publicado em 11/12/2024 às 7:00
| Atualizado em 11/12/2024 às 7:41
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O trabalho realizado pelo presidente Lula (PT) ao final do segundo ano de governo é aprovado por 52% dos eleitores e reprovado por 47%, de acordo com a nova rodada da pesquisa Quaest, divulgada nesta quarta-feira (11). 1% não soube ou não respondeu.
Em comparação com o a pesquisa anterior, realizada em outubro, a aprovação de Lula subiu um ponto. A reprovação também teve alta e alcançou o maior índice do histórico da pesquisa, empatando com o mês de março de 2024.
A pesquisa também avaliou a recepção do pacote fiscal anunciado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, entre os eleitores. A isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês foi aprovada por 75% dos entrevistados.
O índice de aprovação é superior a 70% entre os que votaram em Lula, em Bolsonaro e também entre os que votaram em branco, anularam ou se abstiveram.
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61% dos entrevistados acreditam que serão beneficiados pela mudança, seja pessoalmente, seja através de alguém da família.
A pesquisa Quaest foi realizada em 120 municípios brasileiros entre os dias 4 e 9 de dezembro e entrevistou presencialmente 8.598 eleitores com 16 anos de idade ou mais. A margem de erro é de 1 ponto percentual e o nível de confiança é de 95%.
Avaliação do governo Lula
Pela segunda vez no registro histórico da Quaest, a maioria dos entrevistados apontou que o governo de Lula é Regular (34%). Outros 33% avaliaram a gestão do petista como Positiva e 31%, como Negativa. Essa percepção repete a avaliação mensurada na pesquisa de outubro.
A última vez em que a maioria dos brasileiros avaliou o governo Lula como positivo, dentro dos registros da Quaest, foi em julho. Na época, ele somou 36% de índice favorável, contra 30% para Negativo e 30% para Regular.
A pesquisa também comparou os números de Lula com outros ex-presidentes no final do segundo ano de gestão. Nesse quesito, o presidente ficou na sexta posição, atrás de Dilma Rousseff, Fernando Henrique Cardoso, Jair Bolsonaro e de seus dois primeiros mandatos na presidência.
A maioria dos entrevistados também apontou que o governo de Lula está pior do que os dois primeiros mandatos dele na presidência, mas está melhor do que o governo Bolsonaro.
Aprovação no Nordeste
Lula manteve o maior índice de aprovação na região Nordeste, com 67%, embora esse número tenha caído dois pontos em relação a outubro. A desaprovação entre os nordestinos subiu de 26% para 32%.
O pior desempenho do presidente foi avaliado no Sudeste, onde ele teve 44% de aprovação. Nessa região e no Sul, o índice negativo é maior do que o positivo.
A popularidade de Lula é sustentada pelos eleitores que ganham até 2 salários mínimos (63%), entre os eleitores pretos (59%) e entre os que tem mais de 65 anos (57%).
A maior desaprovação vem dos que ganham mais de 5 salários mínimos (59%) e evangélicos (56%).
Aprovação de Lula em Pernambuco
65% dos eleitores pernambucanos aprovam o governo Lula e 33% desaprovam. Pernambuco é o segundo estado, dentro do registro da pesquisa, com maior índice de aprovação do presidente, ficando atrás somente da Bahia, onde ele somou 66%.
Embora o presidente tenha alta popularidade na sua terra natal, o número caiu oito pontos percentuais em comparação com o último dado da pesquisa no estado, registrado em abril.
A avaliação do governo também caiu em comparação com abril, mas seguiu com resultado favorável à gestão, com 48% dos pernambucanos apontando o trabalho como Positivo. Nesse quesito, Pernambuco foi o estado onde Lula teve melhor desempenho.
Impacto do dólar e economia
A alta do dólar preocupa os eleitores, segundo a pesquisa: 72% dizem que a subida terá impacto em suas vidas sobre preço de alimentos e combustíveis. Essa avaliação é semelhante em todas as faixas de renda, assim como a de que os preços de alimentos e combustíveis vão subir. 84% têm essa opinião.
O emprego, por outro lado, é motivo de otimismo, já que 43% dizem que está mais fácil conseguir trabalho hoje do que há um ano, contra 26% em outubro. Para 45% o emprego está mais difícil.
Essa variável pode ter influenciado a expectativa para a economia nos próximos 12 meses: 51% acreditam que a situação vai melhorar (45% em outubro) e 28% que vai piorar (36% em outubro).
O país está na direção errada para 46% dos eleitores e correta para 43%.
Para 40% a economia nos últimos 12 meses piorou, melhorou para 27% e ficou igual para 30%.
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