Durante assembleia realizada na sede da PCR, o Simpere afirmou que os professores têm encontrado dificuldades para dialogar com a gestão municipal
Publicado em 22/08/2024 às 14:10
| Atualizado em 22/08/2024 às 15:48
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Os professores da rede municipal do Recife realizaram, nesta quinta-feira (22), um ato público para denunciar as condições insalubres nas escolas da cidade e exigir melhores condições de trabalho. A manifestação começou com uma assembleia no pátio da Prefeitura, localizada na Avenida Cais do Apolo.
Segundo o Simpere (Sindicato Municipal dos Profissionais de Ensino da Rede Oficial do Recife), os professores têm encontrado dificuldades para dialogar com a gestão municipal. Entre as principais reivindicações estão a melhoria das condições de trabalho e a aceleração das obras de requalificação das unidades de ensino, que começaram no segundo semestre de 2022 e ainda estão em andamento.
“Um terço das escolas ainda está em obras, o que afeta diretamente a saúde de professores e alunos. A poeira e o barulho geram problemas de saúde, especialmente para os estudantes neuroatípicos, que são sensíveis ao ruído”, afirma Jaqueline Dornelas, coordenadora geral do Simpere. Algumas unidades de ensino, inclusive, tiveram que adotar o regime de ensino remoto.
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PRAZO PARA CONCLUSÃO DAS OBRAS
Os professores afirmam que não têm recebido respostas satisfatórias do Executivo municipal, e que por isso vão continuar cobrando a realocação das turmas das escolas em reforma para espaços adequados, além de exigir prazos mais claros para a conclusão das obras.
“Não somos contra a requalificação das unidades de ensino; pelo contrário, somos os que mais se mobilizam por melhorias na rede. O problema é a falta de planejamento e o desrespeito com aqueles que vivenciam o ambiente escolar”, explica Anna Davi, também coordenadora geral do sindicato.
O Simpere também fez um alerta para o não cumprimento das chamadas aulas-atividades, previstas em lei e essenciais para o bom andamento do ano letivo. Essas aulas garantem ao professor tempo para planejar e avaliar as aulas, enquanto os estudantes devem permanecer na escola acompanhados por outros profissionais, algo que a gestão municipal tem falhado em garantir.
Além disso, os professores criticam o reajuste das alíquotas do Saúde Recife, o Sistema de Assistência à Saúde dos Servidores, realizado em maio deste ano. “Estamos enfrentando um aumento nas alíquotas que, além de onerar os servidores, não corresponde à qualidade do serviço oferecido”, conclui Jaqueline Dornelas, expressando a insatisfação da categoria.
RESPOSTA DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO
Por nota, a Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Educação, afirmou que as negociações referentes as pautas principais da categoria de professores, inclusive as salariais, relativas ao ano de 2024 foram concluídas, com acordo entre as partes, no mês de março.
“Entretanto, na manhã desta quinta-feira (22), o Sindicato Municipal dos Profissionais da Rede Oficial de Ensino do Recife (SIMPERE) foi recebido por representantes da pasta para diálogo acerca de alguns pontos específicos. A pasta destaca que ao longo do ano é mantido espaço permanente de interlocução com o Sindicato”, finalizou o comunicado.
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