Walter Porto: HarperCollins turbina selo jovem com Thalita Rebouças e livro ‘Com Amor, Simon’

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Walter Porto: HarperCollins turbina selo jovem com Thalita Rebouças e livro ‘Com Amor, Simon’


A HarperCollins Brasil mostra que não está para brincadeira na sua entrada no mercado de livros para jovens adultos com o novo selo Pitaya. A editora acaba de comprar obras de duas das escritoras mais badaladas desse segmento, a brasileira Thalita Rebouças e a americana Becky Albertalli.

Da autora carioca, figura reinante em toda Bienal do Livro, a casa vai relançar em março os quatro livros da série “Confissões”, que começou com “Confissões de uma Garota Excluída, Mal-Amada e (um Pouco) Dramática”, de 2016.

A quadrilogia antes estava no catálogo da editora Arqueiro, forte concorrente no público young adult. Rebouças ainda tem livros populares como “Fala Sério, Mãe!” e “Tudo por um Pop Star” no guarda-chuva da Rocco.

Já Albertalli terá seu livro mais famoso, o romance “Com Amor, Simon”, na nova casa a partir de 2026 —antes, a obra era da Intrínseca. A Pitaya comprou ainda os direitos sobre um romance inédito da americana, a sair ainda este ano, chamado “Amelia, If Only”.

A saída às compras da HarperCollins vem em um momento de franco crescimento da casa no Brasil —segundo números internos, o faturamento saltou 35% de 2023 para 2024 e triplicou em relação a seis anos antes, galgando posições entre as maiores editoras do país.

Parte significativa da receita do braço brasileiro do conglomerado internacional, hoje dirigido pelo paulista Samuel Coto, vem do selo Thomas Nelson, que é referência em livros religiosos. Nos últimos anos, além de inaugurar o Pitaya, o grupo relançou o selo Harlequin, voltado a livros românticos.

Outra especialidade é o resgate atencioso de catálogos clássicos, com três grandes pratas da casa: Agatha Christie, C.S. Lewis e J.R.R. Tolkien.

Nessa seara, um investimento caprichado é na nova coleção Feéria, uma espécie de desmembramento da obra de Tolkien.

Começa agora publicando livros que foram influências do autor britânico de “O Senhor dos Anéis”, como o clássico finlandês “Kalevala” e o medieval galês “Mabinogion”, essenciais na maneira como o autor veio a moldar sua mitologia intrincada. As obras vêm com tradução de especialistas acadêmicos e projeto gráfico apurado.

Em meados deste ano, a coleção passa a buscar autores contemporâneos capazes de investir em mitologias bem talhadas de seus países, começando pelo coreano Lee Young-do e pelo chinês Jin Yong.


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