As primeiras incursões da Cosac na literatura desde a refundação da editora serão em três livros de estreia de mulheres —duas delas, artistas plásticas brasileiras.
Até maio, a casa vai lançar “Um Diário Aberto”, de Lena Bergstein, e “Apneia”, de Esther Faingold. Ambas já têm trabalhos editoriais, mas é a primeira vez que publicam ficção de autoria própria, se aventurando na literatura de traços autobiográficos.
O terceiro da leva é “Desoriental”, da iraniana Négar Djavadi, radicada na França desde que sua família fugiu da revolução de 1979.
O romance, que a autora lançou em 2016, conta a história de gerações diferentes de uma família em exílio e foi finalista do National Book Award ao ser traduzido nos Estados Unidos. No Brasil, terá tradução de Leticia Mei.
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A casa dirigida por Charles Cosac, que recentemente contratou a crítica Raquel Toledo como gerente editorial, também vai funcionar a partir de janeiro em um escritório próprio.
A editora vai inaugurar seu novo espaço em um prédio na rua General Jardim, no bairro paulistano da Vila Buarque, a poucas quadras de distância de onde funcionava a antiga Cosac Naify.
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