Walter Porto: Centenário de Foucault faz editoras correrem atrás de inéditos do francês

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Walter Porto: Centenário de Foucault faz editoras correrem atrás de inéditos do francês


O centenário do francês Michel Foucault, um dos intelectuais mais influentes do século 20, se completa em outubro do ano que vem. Mas as editoras já se mexem para programar publicações celebrando a data.

A Ubu lança já neste mês “O que É a Crítica?”, volume que reúne duas conferências inéditas proferidas pelo filósofo, entendendo o pensamento crítico como uma forma de insubmissão.

Em 2026, a mesma editora traz outros inéditos do autor, morto em 1984 aos 57 anos. A casa prepara textos descobertos há pouco, como “Genealogias da Sexualidade”, e um volume nunca editado antes de entrevistas e conferências do autor em rádio.

Já o grupo Record traz um livro recém-publicado na França com título traduzível como “Os Hermafroditas”, um texto que Foucault havia deixado de lado na época em que elaborava sua seminal “História da Sexualidade” e foi editado a partir de manuscritos encontrados na Biblioteca Nacional.

NA CANÇÃO DO VENTO A pesquisadora Juliana Borges vai lançar seu próximo livro, “Glossário Antirracista”, pela Todavia no ano que vem. É um volume que busca ser menos uma enciclopédia rígida que “uma narrativa coletiva do saber”, que “não visa fixar conceitos, mas mobilizá-los na luta política e educativa”, segundo ela.

NÃO SE CANSAM DE VOAR A autora de “Encarceramento em Massa” e “Prisões: Espelhos de Nós” já adianta cinco dos verbetes do livro na próxima edição da revista Serrote, do Instituto Moreira Salles, que sai neste mês de novembro. São eles: “abolicionismo penal”, “autocuidado radical”, “capitalismo racial”, “pretuguês” e “quilombismo × quilombagem”.

É SÓ POESIA A Bazar do Tempo contratou dois dos romances mais celebrados nesta temporada de prêmios da literatura francesa, com vistas a lançamentos em 2026. O primeiro é “Passageiros de Noite”, tradução livre para o título da haitiana Yanick Lahens que ganhou o grande prêmio de romance da Academia Francesa. E o romance-sensação “Noite ao Coração”, da francesa Nathacha Appanah, que ganhou o prêmio Femina e andava cotada ao Goncourt vencido por Laurent Mauvignier nesta semana.


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