Wagner Moura defendeu as leis de incentivo a cultura durante uma coletiva de imprensa em São Paulo sobre o filme “O Agente Secreto“.
“Sou fruto das leis de incentivo a cultura. Eu estou aqui graças a leis que possibilitaram atores do teatro baiano a existir como artistas”, disse Wagner. O ator protagoniza o filme de Kleber Mendonça Filho, também presente na coletiva.
O longa é a indicação do Brasil para concorrer ao Oscar na esteira do sucesso de “Ainda Estou Aqui“, de Walter Salles, que faturou a primeira estatueta dourada para o país em março. “Um país precisa se ver. Nenhum país consegue se desenvolver sem se ver”, afirmou Wagner, sobre o longa, que discute a memória coletiva com uma história que se passa durante a ditadura militar —período retratado também no filme de Salles.
“O Brasil é um país que tende a esquecer muitas coisas, e um filme diverte, mas também tem uma carga de informação sobre o lugar que a gente mora”, disse Mendonça Filho. O diretor acaba de voltar para o Brasil depois de uma viagem de mais de 30 dias na qual passou pela França, Alemanha, Suíça, Estados Unidos, México e Inglaterra para divulgar “O Agente Secreto”.
A turnê foi preparada pela Neon, distribuidora do filme nos Estados Unidos e responsável por cooptar, nas últimas edições dos grandes festivais de cinema, os filmes com bilhete premiado para o Oscar —como “Anora” e “Anatomia de uma Queda“.
“A cultura e a democracia andam juntas. Desde que o Brasil voltou a ter tendências democráticas, a cultura voltou”, disse Wagner, ainda, sobre o momento de elevação mundial do cinema brasileiro.
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