Voz do Leitor, 31/10: Animais de grande porte em via pública

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Voz do Leitor, 31/10: Animais de grande porte em via pública


A denúncia do leitor da coluna ocorreu na Avenida Beberibe, no bairro de Água Fria, na Zona Norte do Recife, que pede providência da Prefeitura

Por

JC


Publicado em 31/10/2025 às 5:02



Clique aqui e escute a matéria

Animais de grande porte em via pública

Apesar de no Recife não ter área rural, é muito comum nos depararmos com cavalos soltos em ruas e avenidas bastante movimentadas, colocando motoristas e motociclistas em risco. Esse flagrante foi na Avenida Beberibe, no bairro de Água Fria, na Zona Norte da capital. Peço que a Secretaria Executiva dos Direitos dos Animais (SEDA) ou o Centro de Vigilância Ambiental realizem uma operação para recolher esses animais de grande porte das vias públicas.

Genival Paparazzi, por e-mail 


GENIVAL PAPARAZZI / VOZ DO LEITOR

Animais de grande porte em via pública – GENIVAL PAPARAZZI / VOZ DO LEITOR

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Recife privatizado

O prefeito João Campos segue vendendo o Recife, como se a cidade fosse um loteamento. Primeiro foi o Cais de Santa Rita, depois os parques públicos e, agora, os bairros de Santo Antônio, Boa Vista e Recife Antigo. Se esse prefeito está loteando o Recife, imagine o que não fará com o Estado de Pernambuco se ganhar as eleições em 2026. Acorda, população.

Márcia Luz, por e-mail

Vazamento de água

Um enorme vazamento de água tem causado muito transtorno para moradores e pessoas que circulam pela Rua Betânia, no bairro do Derby. Além do desperdício de água, esse acúmulo de água sistemático já causou problemas de dengue. Inclusive, um casal de idosos que mora num prédio próximo já foi diagnosticado com essa doença grave. Peço a Compesa e a Prefeitura do Recife/Emlurb que compareçam ao local para resolver o problema com urgência.

Izabel Wanderley, por e-mail

Segurança pública

Vejo nesta quinta-feira (30) uma matéria no Jornal do Commercio onde, mais uma vez, o desarmamento foi tema. Importante ressaltar que a imensa maioria da população não tem armas. Porém, as facções criminosas as utilizam em quantidade e qualidade. Nota-se o poder público falido. A polícia mal aparelhada e, até às FFAA, estão quebradas, sem verba. A ocorrência recente no Rio de Janeiro virou tema central, com até CPI sendo proposta pelo Senado. Esse estopim é fruto da ineficácia dos governos e da corrupção nos poderes, que geram impunidade e aumento do tráfico de armas. Essa tragédia já era anunciada e o povo é a verdadeira vítima.

Luiz Guimarães, por e-mail

Organização criminosa

Constatamos, diante das imagens registradas nos principais canais de notícias, o quanto estava estruturada a organização criminosa alvo da ação da polícia para cumprimento de mandados judiciais. Armamentos, contingente, treinamento, núcleos de ações, métodos, tudo bem arquitetado. Para chegar a esse estágio precisa de tempo para atingir tal nível de organização. Urgiu a necessidade do Estado enfrentar ou se render definitivamente e se autodeclarar impotente. Mas chamo atenção para outro viés, o quanto as decisões e ações práticas na adoção de medidas necessárias para conter acontecimentos que causam danos e impactam a opinião pública e a sociedade, poderiam ser evitados, mas só saem do papel após a gigantesca comoção popular. Mostra o quanto nossas autoridades são reativas, precisam de catástrofes, tragédias, infortúnios para então adotarem as medidas que caberiam há tempos e adormecem nos escaninhos dos gabinetes das autoridades. Até quando?

Hailton Araújo, por e-mail





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