Voz do Leitor, 15/01: Limpeza urbana precária na Boa Vista

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Voz do Leitor, 15/01: Limpeza urbana precária na Boa Vista


Leitor da coluna cobra da Emlurb o serviço de varrição na Rua Capitão Rui Lucena, localizada no bairro da região central do Recife


Publicado em 15/01/2025 às 5:04



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Limpeza urbana precária na Boa Vista 

A Rua Capitão Rui Lucena, no bairro da Boa Vista, ao lado do quartel da Rádio Patrulha, é uma das ruas sem saída mais bonitas do Recife, mas que perde sua beleza com a falta de varrição e limpeza urbana. Recentemente, os serviços estão sendo prestados até o início da rua, abandonando o restante até o seu final. Há um acúmulo de muitas castanholas na rua, que ficam por dias sem o devido recolhimento. Peço a Emlurb providências quanto a regularização da limpeza da citada rua, mas que seja limpa por completo.

Rui Alencar, por e-mail


RUI ALENCAR / VOZ DO LEITOR

Limpeza urbana precária na Boa Vista – RUI ALENCAR / VOZ DO LEITOR

 

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Iluminação pública

Definitivamente, o contribuinte jaboatonense não tem sorte. Nesta semana fui surpreendido com mais uma “arapuca” para arrecadar dinheiro nesta cidade. Liguei para o chamado Consórcio Luz de Jaboatão para solicitar a reposição de duas lâmpadas queimadas na via, cuja altíssima tecnologia da referida empresa não conseguiu detectar e tive a grata surpresa de saber que não tem mais prazo para a troca das lâmpadas. Não acredito que quando a gestão municipal vendeu a iluminação pública para a iniciativa privada não estabeleceu prazos e metas para evitar o enriquecimento ilícito por parte do prestador de serviços, que recebe mensalmente uma média de R$ 40,00 de cada unidade consumidora, e não tem obrigação alguma de cumprir horários e prazos para prestar o serviço. Assim fica muito bom para quem vendeu e para quem comprou, exceto para a pessoa mais interessada no assunto, que sofrerá suas consequências: o contribuinte pagador da caríssima tarifa de iluminação pública.

Fábio Júnior, por e-mail

Falta d’água em Porto de Galinhas

Desde dia 4 de janeiro 2025 não tem água no Loteamento Merepe I, localizado na praia de Porto de Galinhas. O calendário de abastecimento jamais foi obedecido, portanto, é uma peça de ficção. Isso não é racionamento, simplesmente corte de abastecimento, e de forma abrupta. Peço que a Compesa solucione isso o quanto antes, os moradores não aguentam mais ficar sem água.

Francisco Belo, por e-mail

Redução de desconto do IPTU

O desconto do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) para pagamento à vista para quem não tivesse débitos nos imóvel na cidade de Jaboatão dos Guararapes era de 30%. Porém, agora, em 2025, baixou para 20%. O prefeito Mano Medeiros deveria ter avisado antes das eleições que tomaria tal decisão. Sempre a população é a afetada.

Kléber Barros, por e-mail

Sem internet

Tenho lido constantemente nos noticiários, inclusive neste conceituado jornal, a notícia da preocupação das autoridades com leis de internet, aplicativos e etc. Porém, não tenho visto leis que realmente protejam o consumidor. Como por exemplo, tenho um contrato de banda larga com a operadora TIM e tenho enfrentado muitos problemas pelo péssimo serviço prestado sem ter a quem reclamar. Todos os meses, passo até um dia inteiro sem internet e o valor da conta é o mesmo. Tenho feito reclamação, porém, tenho que falar com o computador que ele só responde o que está programado, sem chance de falar com atendente. Então eu pergunto, por que não existe lei que obrigue as operadoras prestadoras de serviço um canal direto para reclamar do péssimo serviço ou pedir uma segunda via da conta que muitas vezes elas não mandam. E, por fim, ter que escutar e ler que a operadora TIM é a melhor no Brasil em banda larga, fico imaginando e as outras.

Edson Barreto, por e-mail

Reforma tributária

A recente Reforma Tributária aprovada pelo Congresso Nacional trouxe uma injustificável distorção nos princípios da equidade fiscal. Sob forte influência do lobby bolsonarista na Câmara dos Deputados, as alíquotas incidentes sobre armas de fogo foram reduzidas, enquanto os veículos sofrerão aumento da carga tributária. Essa decisão revela uma inversão de prioridades incompatível com os objetivos de uma economia liberal e robusta. Privilegiar a aquisição de armas em detrimento de bens essenciais como veículos, que desempenham papel central na mobilidade e desenvolvimento econômico, enfraquece o argumento de racionalidade econômica. Um sistema tributário que concede maior isenção fiscal a armas do que a veículos desafia os princípios de justiça social e eficiência econômica, comprometendo o avanço de políticas públicas voltadas ao bem-estar coletivo e ao desenvolvimento sustentável do país.

Luciano de Oliveira, por e-mail





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