A denúncia do leitor da coluna ocorre na parada de ônibus 110020, localizada na Avenida Norte, no bairro da Encruzilhada, na Zona Norte do Recife
JC
Publicado em 07/12/2025 às 5:04
Notícia
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diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.
Artigo
Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do
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Investigativa
Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige
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Entrevista
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do
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Abrigo de passageiros com ferrugem e goteiras no teto
Alô, Grande Recife Consórcio de Transporte Metropolitano. Gostaria de solicitar a substituição deste abrigo de passageiros de número 110020, localizado na Avenida Norte Miguel Arraes de Alencar, que fica em frente ao portão dos fundos da empresa Movida, no bairro da Encruzilhada, na Zona Norte do Recife. A estrutura está com bastante ferrugem e o teto repleto de goteiras, quando chove não adianta de muita coisa, já que o abrigo não cumpre o seu papel de proteger quem aguarda o transporte público.
André Cabral, por e-mail

Abrigo de passageiros com ferrugem e goteiras no teto – ANDRÉ CABRAL / VOZ DO LEITOR
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Venda casada
O Banco PicPay, desrespeitando o Direito do Consumidor, vem oferecendo aos seus clientes uma “pegadinha” como opção de investimento. Tal investimento atrela dois percentuais de remuneração: um de 100% do CDI com outro de 115%. Mas, a remuneração maior, que aparece sozinha na propaganda, 115% e com liquidez imediata, só remunera 1/3 do investimento; já a parte maior (2/3) só é remunerada a 100% do CDI, e sem liquidez imediata, obrigando o investidor a deixar seu capital preso por três meses e apenas com 100% do CDI, configurando inequivocamente uma venda casada. Com a palavra, o Banco Central.
Carlos Alberto, por e-mail
Busca pelo poder
A busca pelo poder tem um limite, Ciro Gomes. Sua busca de aliança com o bolsonarismo foge ao mínimo de ética, e ultrapassa todo e qualquer princípio. Que decepção.
Sylvio Belém, por e-mail
Posto da Neoenergia desativado em Goiana
A Neoenergia Pernambuco colocou à venda o prédio de atendimento ao cliente, sem dar ciência aos consumidores de qual atitude será tomada: se deixará de atender o usuário de forma presencial, ou se irá para outro endereço na cidade de Goiana, na Zona da Mata Norte do Estado.
Valter Rocha, por e-mail

Posto da Neoenergia desativado em Goiana – VALTER ROCHA / VOZ DO LEITOR
Erros repetidos
Mais de um século após o silêncio das trincheiras, a Primeira Guerra Mundial se revela uma lente indispensável para decifrar os conflitos contemporâneos. Longe de ser um capítulo distante, ela revela padrões e motivações que ecoam no presente, questionando o que, de fato, não aprendemos. Este ciclo de erros contínuos, infelizmente, empurra o mundo repetidamente à beira de abismos, expondo os impactos silenciosos dessas tragédias na vida de pessoas comuns. A política da era da Primeira Guerra foi moldada pelo “temor egóico” das potências – um medo da impotência que se transferiu a nações e líderes. Áustria-Hungria, França, Inglaterra e Alemanha, temerosas da Rússia, agiam por meio de receios profundos. A paz, tão almejada, foi trincada pelo medo humano e pelo desejo de ser aceito, reconhecido e, acima de tudo, superior – sentimentos que contaminam tanto líderes quanto suas nações. O que não parece ter sido aprendido é que a escalada de tensões, impulsionada por ambições nacionais e pelos egos fragilizados de líderes, raramente resulta em paz duradoura. A subestimação da guerra, a confiança excessiva no controle do conflito e a prioridade do orgulho nacional sobre a diplomacia e a empatia são legados que, lamentavelmente, se repetem.
Sérgio Rossoni, por e-mail
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