Incomodavam-me as mensagens da folhinha presa à parede. Adentrava a cozinha e lá amanhecia alguma frase solar demais que me queimava os olhos logo cedo. Sempre encorajava à devoção, à submissão, ao sufoco de engolir o pior que a vida pudesse oferecer e, sem engasgar, agradecer. Como se não bastassem tais frases, havia o calendário a lembrar o quão lento o tempo passa quando atravessa o corpo que já acorda cansado.
Leia mais (03/24/2025 – 11h52)
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