Autor do livro “Empresas Familiares – A construção da perpetuidade” concedeu entrevista ao programa Passando a Limpo, da Rádio Jornal
Publicado em 31/10/2024 às 12:50
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O executivo Marcelo Silva, que tem no currículo passagens pela Magazine Luiza, Pernambucanas e Bompreço, explicou nesta quinta-feira (31), em entrevista ao programa Passando a Limpo, da Rádio Jornal, por que empresas cujas administrações são passadas para herdeiros familiares enfrentam grandes desafios.
O assunto é tema do livro “Empresas Familiares – A construção da perpetuidade“, escrito por Marcelo e lançado no início desta semana, no Recife, em evento que reuniu grandes nomes do empresariado pernambucano.
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“Há uma explicação até lógica sobre isso. Pesquisas do mundo inteiro mostram que você tem um fundador, e quando passa para a segunda geração, isso cai para cerca de 50%, ou seja, metade [das empresas] ou fecha ou é vendida ou quebra. Aí vem filhos, genros, noras, a complexidade começa a aumentar. Na terceira geração, chega a 10% das empresas. E menos de 5% na quarta geração”, contou.
“E por que isso? Por conta da complexidade. Uma coisa é o fundador, o grande líder, o mentor. Outras coisa são várias pessoas que são donas também, como filhos, dependentes diretos, e o poder se dilui. E à medida que isso vai passando para outras gerações, além do poder se diluir, os netos, bisnetos perdem aquela referência, os valores que vinham do fundador”, explicou o executivo.

LANÇAMENTO DO LIVRO EMPRESAS FAMILIARES, DE MARCELO SILVA, COM HOMENAGEM A JOÃO CARLOS PAES MENDONÇA, NO JCPM – RENATO RAMOS/JC IMAGEM
Ele acredita que os valores demonstrados e aplicados pelo fundador da empresa devem ser preservados para que uma empresa se perpetue.
“Quando não se preserva a cultura de uma empresa, há uma tendência muito grande de ela se desfazer. As coisas acontecem dentro dessa lógica, por dispersão de poder, dispersão de valores. Das 20 maiores empresas de supermercados da década de 70 ou 80, apenas uma permanece com a família, que está na quarta geração e se quiserem vão para a quinta geração. A Pernambucanas está na quinta geração”, exemplificou.
Ações decisivas
Também autor do livro “Gente não é salame”, Marcelo contou que essa publicação ganhou este título para explicar que as decisões tomadas em momentos de crise podem ser definitivas para a perpetuação de uma empresa.
“Na primeira dor de barriga que uma empresa tem, a primeira coisa que as empresas fazem é cortar gente, e isso é feito indiscriminadamente. E tem a história de cortar 10% na primeira levada. E aí a empresa entra num ciclo vicioso. Corta gente, vai perdendo controles, força de venda, motivação, corta mais 10%. E por que cortar 10%, 5%? Esse é o título do livro: gente não é salame para ser fatiado. Tem que se procurar identificaras causas”, apontou.
“A primeira coisa que as empresas, quando começar a perder vendas e lucratividade, tem que fazer é procurar buscar por que está perdendo vendas, porque não está atendendo os clientes como atendia antes, por que só clientes não estao comprando com o mesmo volume”, avaliou.
“Nesse novo livro tem um capítulo sobre controle. Se você não controlar bem sua empresa, ela não vai prosperar, aí perdemos todos. Perderão os acionistas, perdem todos”, completou.
O livro “Empresas Familiares – A construção da perpetuidade” está à venda no site e no aplicativo da Magalu.

LANÇAMENTO DO LIVRO EMPRESAS FAMILIARES, DE MARCELO SILVA, COM HOMENAGEM A JOÃO CARLOS PAES MENDONÇA, NO JCPM – RENATO RAMOS/JC IMAGEM

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