Vacinação contra HPV, exame Papanicolau e conscientização são essenciais para prevenir e reduzir a mortalidade do câncer de colo de útero
Publicado em 27/12/2024 às 9:13
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O próximo mês, janeiro, marca a campanha de conscientização sobre o câncer de colo de útero, a campanha é o Janeiro Verde.
Especialistas reforçam a importância da vacinação contra o HPV e do acompanhamento ginecológico periódico para reduzir a mortalidade pela doença entre as mulheres.
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de colo de útero é uma das principais causas de morte por câncer em mulheres no Brasil e no mundo.Em 2024, a estimativa foi de mais de 17 mil novos casos no país.
Apesar desses números preocupantes, o tipo mais comum da doença pode ser prevenido e tratado quando identificado precocemente. Os pilares dessa prevenção incluem:
- Vacinação contra o HPV;
- Exames periódicos;
- Acesso à informação.
O HPV (papiloma humano), principal fator de risco para a doença, é transmitido majoritariamente por via sexual e atinge cerca de 80% das mulheres ao longo da vida, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).
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Embora o sistema imunológico elimine a maioria das infecções, os tipos 16 e 18 do vírus estão diretamente relacionados ao desenvolvimento de lesões precursoras do câncer de colo de útero.
Vacina contra o HPV
Desde 2014, a vacina contra o HPV está entre as vacinas disponíveis gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS) para meninas e meninos de 9 a 14 anos.
Recentemente, a imunização foi ampliada para pessoas de até 45 anos em situações específicas, como pacientes vivendo com HIV.
Fernanda Nunes, ginecologista da clínica Atma Soma, explica que existem duas versões da vacina: “A quadrivalente, que pode ter uma eficácia de até 70% em relação ao câncer de colo de útero, e a nonavalente, lançada em 2023, que pode ter uma eficácia de até 90%”.
O SUS oferece o imunizante quadrivalente (HPV4), a nonavalente não está disponível na rede pública.
Exame papanicolau faz a diferença
Outro aliado indispensável na luta contra a doença é o exame Papanicolau, indicado para mulheres entre 25 e 64 anos.
O procedimento identifica alterações celulares no colo do útero antes que elas evoluam para o câncer.
“A recomendação é que mulheres sexualmente ativas realizem esse acompanhamento a cada três anos, após dois exames anuais consecutivos normais e sem alterações”, ressalta a ginecologista.
“A pesquisa do HPV também pode ser associada ao papa – com ambos os resultados normais, o intervalo entre os exames permanece em três anos”, explica.
Apesar da eficácia do exame, cerca de 40% das mulheres brasileiras não o realizam regularmente, aponta o INCA.
Entre os principais obstáculos estão a falta de acesso, o medo do procedimento e barreiras culturais.
“No SUS, algumas pacientes podem não ter a opção de escolher o profissional que realizará a coleta do Papanicolau. Muitas preferem que o exame seja feito por uma médica do sexo feminino e, na ausência dessa possibilidade, acabam evitando o procedimento”, destaca Fernanda.
Diagnóstico precoce salva vidas
O diagnóstico precoce e os exames regulares são fundamentais para a redução da mortalidade por câncer de colo de útero.
Além disso, campanhas como o Janeiro Verde ajudam a levar informação à população e ampliar o acesso à vacinação contra o HPV.
“Levar informação, ampliar o acesso à vacina contra o HPV e fortalecer campanhas de conscientização são passos igualmente essenciais para reduzir a incidência e a mortalidade por essa doença”, conclui a ginecologista.
Confira: videocast Saúde e Bem-Estar fala sobre aumento de casos de câncer

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