VEÍCULO LEVE SOBRE TRILHOS
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Notícia
São Paulo, a maior capital do País, aposta no transporte público sobre trilhos para reerguer a área central, que sofre com degradação e insegurança
Roberta Soares
Publicado em 26/03/2025 às 15:41
| Atualizado em 26/03/2025 às 16:50
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A proposta apresentada é de deixar qualquer passageiro do transporte público com água na boca e muitos arquitetos, urbanistas e engenheiros literalmente boquiabertos. A maior capital do País – São Paulo, mais uma vez ela – planeja avançar na recuperação, reurbanização e reocupação da região central da cidade utilizando uma rede de VLTs (Veículos Leves sobre Trilhos) como propulsor das melhorias.
A Prefeitura de São Paulo, via Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento, finalizou o estudo urbanístico do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) no centro da cidade, batizado pelos paulistanos de Bonde de São Paulo. Seria um projeto semelhante ao VLT Carioca, em operação no Centro do Rio de Janeiro desde 2016, e que ajudou na valorização da área central.
O projeto prevê a implantação de duas linhas de trilhos com 26 estações em 16 trechos da área central, com capacidade de transporte de 134 mil passageiros por dia, sendo 447 em cada bonde. O custo aproximado é de R$ 4 bilhões, dos quais R$ 1,3 bilhão seria do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), do governo federal. E previsão de ser licitado em 2026, com implantação finalizada entre 2029 e 2030. A futura rede de VLT iria interligar o Centro de São Paulo, recuperando a região através da reurbanização, que sofre com a degradação, baixa do comércio e avanço da cracolândia.
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As duas linhas de VLT propostas teriam aproximadamente 6 km cada e se interligariam no Largo do Paissandu. Atualmente, estão sendo chamadas de vermelha e azul, mas a intenção da gestão é rebatizá-las posteriormente para não haver confusão com as linhas 1-Azul e 3-Vermelha, do Metrô de São Paulo.

São Paulo aposta no transporte público sobre trilhos para reerguer a área central degradada – Reprodução SPUrbanismo
No total, as duas linhas vão formar três anéis e interligar grande parte da região central da capital paulista. A previsão é de que as obras levem três anos, com a primeira parte entrando em operação em 2029.
Veja os principais números do projeto Bonde São Paulo
R$ 4 bilhões é o custo estimado
R$ 1,3 bilhão é o recurso do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento)
134 mil pessoas transportadas por dia
2026 seria o ano de lançamento da licitação do projeto
2029 seria o ano previsto para inauguração da primeira parte do projeto
2 linhas de VLT serão construídas
12 km é a extensão total da nova rede sobre trilhos
40 minutos seria o tempo de percurso de toda a linha
18 km/h seria a velocidade média dos VLTs
11 mil veículos a menos iriam circular no Centro de São Paulo
30 km de um sistema cicloviário integrado fazem parte da proposta
50 km de calçadas acessíveis e requalificadas também são prometidos
9 estações de metrô, 2 da CPTM e 5 terminais de ônibus integrados iriam compor a nova rede de transporte sobre trilhos
TARIFA IGUAL A DOS ÔNIBUS E PRIORIDADE VIÁRIA SOBRE OS CARROS



Segundo o projeto da SPUrbanismo, o preço da passagem será o mesmo dos ônibus urbanos, que atualmente é de R$ 5, e haverá integração com o Bilhete Único. A velocidade dos VLTs seria de 18 km/h, com o percurso total de cada linha sendo feito em 40 minutos. E haverá uma interligação com nove estações de metrô, duas da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e cinco terminais de ônibus.
Para viabilizar a rede de VLTs, a proposta prevê a perda de espaço dos veículos comuns para instalação de trilhos. Carros, ônibus e VLTs terão de conviver no trânsito e haverá controle semafórico com prioridade para o novo sistema de transporte público.
O VLT também terá sensores, radares e geolocalização que assegurem a sua chegada a um cruzamento com o sistema semafórico já controlado, segundo a prefeitura.
PROJETO SERÁ UMA CONCESSÃO PATROCINADA

São Paulo aposta no transporte público sobre trilhos para reerguer a área central degradada – Reprodução/SPUrbanismo
O projeto do Bonde de São Paulo será uma operação privada. A concessão pública será do tipo patrocinada como nos ônibus urbanos. Ou seja, a prefeitura vai subsidiar o custo que não for coberto com o pagamento de tarifa pelo passageiro.
Os estudos apontam que VLT deverá custar de R$ 100 milhões a R$ 140 milhões ao ano, valores maiores que as receitas tarifárias esperadas, de R$ 80 milhões a R$ 100 milhões ao ano.
CONFIRA o projeto na íntegra:
VLT SP Relatorio Consolidado by Roberta Soares





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