No Planalto, a ordem é evitar a Marquês de Sapucaí, mas a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, ignorou os apelos da Secom e do Jurídico
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A CONFISSÃO QUE VEIO TARDE
Os puristas vão dizer:
— Ah, o ministro Dias Toffoli admitiu que fez parte da sociedade do resort Tayayá.
Os realistas dirão:
— Ah, é? Mas só admitiu depois que a Polícia Federal descobriu.
Qualquer juiz sério teria recusado a relatoria do inquérito.
PARA NÃO ESQUECER
Toffoli é o pai do Inquérito das Fake News. O ministro criou uma investigação sem ouvir a Procuradoria-Geral da República, como é de praxe, e a entregou nas mãos do ministro Alexandre de Moraes — sem sorteio, como determina o regimento. Uma das primeiras medidas do inquérito foi determinar a censura à revista Crusoé. O texto jornalístico foi considerado “ofensivo à honra” do então presidente da Corte. Toffoli aparece na reportagem como “o amigo do amigo do meu pai”, citação do empresário Marcelo Odebrecht no esquema da Lava Jato.
‘RESETANDO’ DIAS TOFFOLI
No Salão Azul do Senado Federal já se fala que a saída para a crise seria a aprovação do impeachment de Toffoli. Em troca, o Planalto nomearia o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) para o seu lugar.
NO PACOTE…
…o mesmo Senado aprovaria a indicação de Jorge Messias para a cadeira de Luís Roberto Barroso. Apertando, cabe todo mundo.
BRAILLE ZERO
Ao menos 45 mil estudantes cegos ou com baixa visão começaram o ano letivo sem livro didático. O governo federal informou que “há contratos válidos” para a produção do material pedagógico, mas reconheceu que os livros ainda não estão disponíveis.
É FARRA, MINHA GENTE!
Ainda que o ministro da Secretaria de Comunicação, Sidônio Palmeira, tenha orientado os colegas a não participarem do desfile de Carnaval da Acadêmicos de Niterói — que dá uma bajulada no currículo do presidente Lula da Silva (PT) — a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, bateu o pé e vai sambar na avenida.
CARRO ALEGÓRICO
“Do alto do mulungu”, a primeira-dama, Rosângela da Silva, estará no carro “Amigos do Lula”. Embora o estrago já tenha sido feito: a estrutura que dá suporte ao seu gabinete já foi mobilizada. São servidores públicos em atividade claramente bajulatória da escola de Niterói.
PENSE NISSO!
Fazendo uma analogia dos fatos: no Superior Tribunal de Justiça (STJ), o ministro Marco Aurélio Buzzi — indicado pela OAB — foi afastado por decisão do plenário da Corte até a conclusão das investigações. Buzzi é acusado de importunação sexual. Nada comprovado até o momento, mas o resguardo, para preservar o tribunal, foi considerado necessário.
E por que diabo o Supremo Tribunal Federal não faz o mesmo com Toffoli? Seria mais prudente, ainda que desgastante para o Poder Judiciário, e evitaria a interferência do próprio ministro no inquérito.
Mesmo com o ameaçador Inquérito do Fim do Mundo — criado por Toffoli e comandado por Alexandre de Moraes — em vigor, suas excelências não vão calar a imprensa.
Outras bombas virão.
Pense nisso!
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