A governadora Raquel Lyra acabou levando a campanha para as ruas ao realizar o grande ato de filiação ao PSD no último dia 10 de março
Publicado em 16/03/2025 às 9:17
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É voz comum na política que antecipar uma campanha eleitoral interessa muito à oposição e não a quem está no Governo e tem a preocupação de cuidar da administração e das entregas.
Entre outras coisas porque um governante está em evidência até pelo cargo que ocupa, não precisando de holofotes extras para se fazer conhecido ou expor suas ideias.
Sem querer, no entanto, ou mesmo querendo – não se sabe o que está pensando sobre isso – a governadora Raquel Lyra acabou levando a campanha para as ruas ao realizar o grande ato de filiação ao PSD no último dia 10 de março ao qual compareceram lideranças nacionais e regionais do seu partido, deputados federais e estaduais pernambucanos e inúmeros prefeitos e vereadores.
Na quinta-feira passada, depois do alvoroço que criou, a governadora viajou com os filhos para o Exterior, tirando um descanso de 15 dias. O barulho, porém, continua. Em seu evento ela deu uma estocada no prefeito João Campos, seu principal opositor em 2026, quase que chamando-o para a briga ao afirmar “não estou aqui esquentando cadeira para quem se acha dono do poder”.
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Referia-se, segundo apurou este blog, aos que estavam falando no meio politico que se não reagisse politicamente ela acabaria deixando na máquina pública muitos recursos para João Campos administrar. O seu arroubo, porém, acabou abrindo espaço para uma antecipação dos debates a um ano e meio da eleição.
Troca de farpas
João Campos, o alvo de Raquel, nada respondeu e até compareceu ao encontro que ela marcou com os prefeitos metropolitanos no Palácio das Princesas esta terça-feira e chegou a elogiar a iniciativa mas, um efeito colateral da fala da governadora se refletiu na campanha para o Senado.
Com candidatos demais e vagas de menos, semana passada foi como se de repente os pré-candidatos ao Senado resolvessem também entrar na briga pra valer.
Quase todos passaram a reverberar na Internet depoimentos de deputados estaduais e outros correligionários, sobretudo do interior, falando nos seus nomes e os defendendo para ocupar o cargo.
Não demorou muito, porém, para o mais afoito deles, o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho, partir pra valer em cima dos concorrentes. Foi ao Instagran cobrar do ministro Silvio Costa Filho, que disputa com ele espaço na chapa do prefeito João Campos, providências por conta da redução dos voos do Recife para Petrolina o que, segundo ele, elevaria o preço da passagem ida e volta a impraticáveis R$ 4 mil. Silvio não gostou e respondeu: “está resolvido e Miguel sabe disso”, dando uma reprimenda no provável concorrente.
Miguel cobra de Humberto e Dueire
Depois o mesmo Miguel questionou os senadores Humberto Costa (PT) e Fernando Dueire (MDB) sobre a falta de empenho em resolver alguns problemas como o do metrô do Recife e falou que cada um deles tem direito a R$ 200 milhões de emendas orçamentárias anuais. Coube a Humberto rebater.
Desmentiu que o volume de recursos fosse esse – é menos de metade, segundo afirmou – e foi duro ao se referir ao ex-prefeito de Petrolina: “é um bolsonarista que mudou de discurso após a eleição”.
“Acho que Miguel quer se inviabilizar dos dois lados da balança. Deste jeito vai acabar com problemas para entrar na chapa de João e de Raquel”, comentou um dos concorrentes pedindo anonimato. “não quero entrar em bola dividida”.
Na verdade, Miguel, que se lançou candidato ao Senado e afirmou que vai começar sua campanha agora em abril. Se for para a chapa de João Campos, pode ter como companheiro de chapa o próprio Silvio ou mesmo Humberto que, pela resposta, pode não querer tê-lo como parceiro.
Se terminar no palanque de Raquel pode ter que encarar o mesmo Humberto ou Fernando Dueire.
Queima de cartucho e morte prematura
A cientista politica Priscila Lapa diz que “a antecipação de campanhas é um movimento inevitável da classe política” mas mostra tem seus riscos.
Sobre a governadora e o prefeito do Recife afirma que “eles têm a imensa responsabilidade de conduzir seus mandatos sem perder o ritmo de entregas, ampliar as agendas, inovar e se mostrarem protagonistas de projetos exitosos mas, assumir de forma clara a postura de pré-candidatura, pode causar efeitos nocivos como desgastes, debandadas e vitrine em excesso. Isso exige serenidade, estratégia e habilidade política”.
Sobre os pré-candidatos ao Senado ela explica que “o cargo de senador é cada vez mais cobiçado e cada vez mais os senadores assumem sua vitrine sobretudo na era das redes sociais. Ser candidato ao Senado exige fôlego político mas inevitavelmente isso também depende das articulações majoritárias.
Por enquanto este embate que se vê agora está circunscrito à classe política, sem a devida atenção da população. Mas, queimar cartuchos a esta altura pode criar mortes prematuras”.
Com diz a sabedoria popular, para bom entendedor meia palavra basta.

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