Filiação da governadora ao PSD vai atrair as atenções nacionais com a presença no Recife do presidente da legenda no país, Gilberto Kassab.
Publicado em 08/03/2025 às 11:45
| Atualizado em 08/03/2025 às 11:51
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É comum nos meios políticos brasileiros se dizer que o ano só começa depois do carnaval.
Se em Brasília ele já está em grande efervescência diante das mudanças que o presidente Lula está promovendo em sua equipe de ministros, em Pernambuco o pontapé inicial será esta segunda-feira.
Após o feriado prolongado, haverá a solenidade de filiação da governadora Raquel Lyra ao PSD, que vai atrair para o estado as atenções nacionais.
No Recife, estará o presidente da legenda no país, Gilberto Kassab, dois ministros, mais de cinco senadores e mais de uma dezenas de deputados federais. “A cúpula partidária vai estar aqui”, afirma o atual presidente estadual do partido, ministro André de Paula.
Não é todo dia que um(a) governador(a) troca de legenda em meio de um mandato pelo qual foi eleito(a) sob o manto protetor do PSDB, partido que era grande mas que agora luta para sobreviver em uma possível Federação com outras legendas. Ainda mais no ano anterior à eleição de 2026 quando se candidatará à reeleição.
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A política no radar
“Vamos ver o que acontecerá a partir de agora” -diz um deputado da base governista na Assembléia jogando suas fichas na possibilidade da governadora Raquel Lyra, enfim, colocar a política no radar do seu mandato. Mas, pelo visto, ela não terá escapatória. “Ou empurra ou vai ser empurrada” afirma um prefeito da base, incomodado com a demora nas decisões.
Na Alepe é voz comum que, se não se mexer fortemente a partir desta filiação, Raquel perde o time político e ficará em maus lençóis para enfrentar o prefeito do Recife, João Campos em outubro do ano que vem.
Na verdade, seu entorno já começou a se mexer antes dela. Esta semana o PSDB deu sinais claros de que deve ir para a oposição comandado, se depender da vontade da direção nacional, pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado Álvaro Porto, que era aliado mas virou adversário da governadora.
Prefeitos do PSD vão passar dos 50
Confirmado este fato – Álvaro ainda não se manifestou sobre o assunto – Raquel poderá levar junto com ela para o PSD dois deputados estaduais do PSDB mas que terão que aguardar a janela partidária, e os 32 prefeitos que ajudou a eleger pelo seu antigo partido, e que, somados aos 20 que já estão na legenda, fará o número de prefeitos pessedistas chegar a 52, dos 184 do estado. Como prefeito pode mudar da legenda no momento que desejar este número pode aumentar mais com a saída de executivos municipais de outras legendas para o partido da governadora.
Na Assembleia a conta dos deputados que vão trocar de legenda só vai poder ser feita na janela partidária de 2026. De qualquer forma, além dos prefeitos do PSD, a governadora tem o apoio dos 24 prefeitos do PP, partido aliado, e de 8 do Podemos, legenda governista que também tende a crescer a partir de agora, sobretudo se for confirmada a Federação deste partido com o Solidariedade. Na conta dos 127 prefeitos aliados feita pelo Palácio das Princesas há ainda alguns do MDB, 4 do União Brasil, e outros do PL, PV e até do PT.
Grande número de prefeitos é sinal de vitória? Não é. Há exemplos na história de Pernambuco mostrando isso. Já o ex-prefeito de Águas Belas, Luis Aroldo, do PT, e aliado de Raquel tem outra opinião: “nesta eleição os prefeitos, além de desejarem reeleger a governadora, vão acrescentar outro motivo a esse. Ninguém quer a volta do PSB ao Governo. É um partido que não tratou bem os municípios enquanto Raquel é municipalista e está dando provas disso”. Agora é aguardar.


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