Governador afirma que prioridade é entregar resultados no estado e ajudar candidatura do campo da direita nas eleições presidenciais
JC
Publicado em 19/08/2025 às 14:32
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*Com informações de Estadão Conteúdo
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), declarou nesta segunda-feira (18) que não dedica tempo a pensar em uma eventual candidatura à Presidência da República em 2026. Durante evento da Warren Investimentos, em São Paulo, o gestor afirmou estar “extremamente focado” na administração estadual.
“Sabe quanto tempo eu perco pensando nisso? Zero. Estou extremamente focado no projeto de São Paulo. Até porque o que nos preocupa é o legado, o que a gente pode deixar. A população confiou a nós o mandato, deu uma confiança extraordinária”, disse Tarcísio.
Segundo ele, seu papel em 2026 será “ajudar quem vai vir, quem vai ser candidato no nosso campo”, em referência ao espectro da direita.
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Projeto maior que candidatura
O governador reforçou que a prioridade deve ser um projeto nacional consistente, independentemente de quem será o candidato. “Meu grande objetivo é participar de um projeto que seja vencedor, um projeto que transforme esse Brasil. O piloto, pouco importa. O projeto é que é importante”, afirmou.
Tarcísio ainda comentou a tradição de enxergar o governador paulista como presidenciável. “O último que saiu daqui para ser presidente foi Jânio Quadros, na década de 1960. Esse negócio de governar o estado não é de Deus, não”, brincou.
Repercussão do tarifaço
Ao ser questionado sobre os impactos do tarifaço imposto pelos Estados Unidos a produtos brasileiros, Tarcísio disse estar otimista quanto a uma solução.
“Continuamos fazendo contato lá, tentando falar com alguém, sensibilizar alguém. Trabalho de formiguinha mesmo. Agora, eu sou otimista. Sempre otimista. Acho que vamos conseguir resolver em algum momento”, afirmou.
Segundo ele, a maior preocupação é a perda de mercados relevantes para empresas que empregam milhares de trabalhadores no Brasil.
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Críticas à política fiscal
Durante sua participação no evento, Tarcísio defendeu uma agenda de reformas estruturais. Ele citou a necessidade de desvinculação e desindexação do orçamento, além de revisão de benefícios tributários, reforma administrativa baseada na meritocracia e ampliação de concessões e privatizações.
“Se eu gasto muito, estou comprometendo as próximas gerações. Estamos falando de aumento de imposto, de atacar produtividade e de não crescer”, criticou o governador, numa referência à condução da política fiscal do governo federal.



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