PRISÃO
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Ex-ministro do Turismo do governo Bolsonaro está no Centro de Observação e Triagem (Cotel), em Abreu e Lima, um dos mais precários de Pernambuco
Raphael Guerra
Publicado em 13/06/2025 às 15:03
| Atualizado em 13/06/2025 às 15:42
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Preso preventivamente nesta sexta-feira (13), o pernambucano Gilson Machado, ex-ministro do Turismo no governo de Jair Bolsonaro, foi encaminhado ao Centro de Observação e Triagem (Cotel), em Abreu e Lima, um dos mais superlotados e precários de Pernambuco.
Ele está em uma cela isolada. A Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap) justificou a medida como forma de “garantia da sua integridade física”.
De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), o Cotel conta com 940 vagas, mas tinha 3.956 presos em dezembro do ano passado – estatística mais atualizada. A taxa de ocupação excedente é de 320%.
Mesmo com a superlotação, há uma média de apenas 11 policiais penais para fazer a segurança de todo o presídio. O ideal era ter, no mínimo, 770. Na prática, presos conhecidos como chaveiros comandam pavilhões e ditam regras de convivência na unidade.
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A vistoria do MPF identificou que o Cotel conta com membros de ao menos sete facções criminosas, incluindo Comando Vermelho e Primeiro Comando da Capital (PCC).
Além disso, a assistência material é considerada insuficiente, sem oferecimento de itens básicos como colchões, camas, roupa de cama e toalhas aos presos.
Em relação aos materiais de higiene, cabe aos familiares dos detentos o fornecimento. A visita social ocorre semanalmente, com duração de sete horas.
PRISÃO DE GILSON MACHADO
A prisão de Gilson Machado foi confirmada pela Polícia Federal. Três dias antes, a PF e a Procuradoria-Geral da República pediram ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de investigação contra Gilson por tentar expedir um passaporte português em nome do ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, tenente-coronel Mauro Cid, para viabilizar a saída dele do país.
Gilson Machado teria tentado expedir o documento em 12 de maio, no consulado de Portugal do Recife, onde ele mora.
Após ser preso, Gilson prestou depoimento na sede provisória da Polícia Federal, no bairro do Pina, Zona Sul do Recife. Na chegada ao Instituto de Medicina Legal (IML), em Santo Amaro, para realização de exames de corpo de delito, o ex-ministro deu uma declaração à imprensa e negou qualquer tipo de crime.
“Não cometi crime algum. Não matei, não roubei, não trafiquei drogas. O que fiz foi apenas pedir informações sobre a renovação do passaporte do meu pai, um senhor de 85 anos”, disse.

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