Suape é destaque no leilão de potência para reforçar segurança do sistema elétrico e terá três novas térmicas

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Suape é destaque no leilão de potência para reforçar segurança do sistema elétrico e terá três novas térmicas


Primeiro Leilão de Reserva de Capacidade teve empresas interessadas em construir operar térmicas a gás natural e navio dedicado no porto de Suape

Por

Fernando Castilho


Publicado em 18/03/2026 às 15:20
| Atualizado em 18/03/2026 às 16:10



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Pernambuco teve três projetos vencedores no certame promovido pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e o Ministério de Minas e Energia (MME) realizam, nesta quarta-feira (18), o 2º Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP) de 2026.

Procurado, o presidente do Complexo Portuário de Suape, Armando Bisneto, disse que, apesar das informações preliminares serem positivas, a empresa só deve se pronunciar após a divulgação dos resultados oficiais pela CCEE.

A OnCorp., uma holding brasileira com negócios nos mercados do Brasil e Argentina para a produção e geração de energia termoelétrica independente consolidou, nesta quinta-feira (15) seu projeto de construção do Terminal de Regaseificação de Suape (Regás Suape) venceu um dos certames

Ela deverá fornecer o gás para uma segunda térmica, consolidando o seu projeto de R$ 2 bilhões, decorrente da contratação de um navio dedicado FRSU (sigla para Unidade Flutuante de Regaseificação de Gás Natural Liquefeito), que ficará atracado no Cais de Múltiplos Usos do Porto de Suape, além de obras em terra para distribuição de gás natural a grandes clientes.

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Já na sexta-feira, 20/3, a CCEE, o ANEEL e o MME realizarão o 3º Leilão de Reserva de Capacidade, com contratação prevista para energia gerada por termelétricas. Os certames serão realizados, a partir das 10h.

O Leilão de Reserva de Capacidade é realizado para contratar potência firme para o sistema elétrico, contribuindo para a confiabilidade e a segurança do Sistema Interligado Nacional (SIN). A negociação desta quarta terá como foco usinas hidrelétricas (UHE) e termelétricas (UTE).

A outra empresa que teria sido vencedora é o Grupo EBrasil Energia (Dionon Lustosa Cantareli Junior), liderado pelo empresário Dionon Lustosa Cantareli Junior, administrador e sócio da Ebrasil Energia Ltda., uma empresa de energia com sede em Recife (PE), que ganhou três lotes para térmicas em Suape, Tacaimbó e João Pessoa. A Ebrasil não atendeu a um pedido de comentário e deverá comunicar ao seu fornecedor de gás natural após a divulgação oficial.


Divulgação

Atualmente Suape tem apena suma temrica do Grupo Neoenergia – Divulgação

No projeto de Tacaimbó a poderá se juntar com a A Aggreko uma empresa de locação de soluções modulares e temporárias de energia (geradores), aquecimento e resfriamento (HVACR), fundada em 1962. Com forte presença no Brasil, em Jaguariúna-SP.

Segundo João Mattos da OnCorp, Pernambuco passará a contar com o triplo de térmicas. Hoje a gente só tem uma térmica a gás, e agora deverá dobrar a nossa capacidade de geração de energia, já que os três empreendimentos juntos somam 500 MB.

O resultado do leilão de reserva de capacidade (LRCap) desta quarta-feira, 18 de março, só será conhecido após o fim de todas as sete rodadas, com os oito produtos entregues de 2026 a 2031 para termelétricas e hidrelétricas.

O certame acontece de forma virtual, operacionalizado pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), sem disputas em viva-voz, como acontece nos leilões de transmissão.
Nos leilões de geração, a disputa se dá pela entrega virtual de propostas com deságio em relação ao preço corrente, que vai diminuindo conforme os empreendedores continuam apresentando ofertas. Não é possível saber quantos investidores estão participando da disputa nem qual a demanda.

O certame aconteceu depois de uma contestação do debate no Tribunal de Contas da União (TCU), que abriu um processo para investigar possíveis irregularidades ou ilegalidades na decisão do MME, que aumentou os preços-teto dos leilões.

Às 10h (de Brasília), teve início a disputa do lote com entrega em agosto de 2026, voltado para termelétricas existentes a gás natural e carvão. O preço-teto era R$ 2,25 milhões por MW ao ano, e o último preço em tela foi de R$ 2,2 milhões por MW. Entretanto, em despacho assinado nesta terça-feira, o relator Jorge Oliveira escreveu que eventuais correções deverão ser avaliadas após a realização dos leilões, com base nos resultados obtidos.

Às 11h, teve início a rodada com entrega em 2027, também voltada para termelétricas existentes a carvão e gás natural. A rodada foi encerrada por volta de 11h20, com preço corrente de R$ 2,249 milhão por MW ao ano.





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