Decisão de Alexandre de Moraes veio acompanhada de uma série de regras rígidas que limitam drasticamente circulação e comunicação do ex-presidente
Publicado em 05/08/2025 às 15:13
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O ministro do STF Alexandre de Moraes decretou, na última segunda-feira (04), a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por descumprir medidas cautelares.
A decisão veio acompanhada de uma série de regras rígidas que limitam drasticamente sua circulação e comunicação.
O descumprimento de qualquer uma das medidas pode levar à revogação do benefício e à decretação da prisão preventiva em regime fechado.
Nesta terça-feira (05), o programa ‘Passando a Limpo’, da Rádio Jornal, recebeu no advogado e cientista político Felipe Ferreira Lima.
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Listen to ENTREVISTA FELIPE FERREIRA LIMA 05-08 byRádio Jornal on hearthis.at
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Atuação da PGR em prisão de Bolsonaro
Questionado sobre a falta de uma atuação mais clara da PGR no caso de Bolsonaro, o especialista disse que Moraes tem tomado decisões antecipadas diante da urgência dos fatos.
“Em alguns casos, o STF e o ministro Alexandre de Moraes têm se adiantado em algumas posições antes da provocação da PGR. Isso não é algo comum, digamos, na liturgia do direito. Mas em razão da velocidade dos casos que têm acontecido”, afirmou.
“Tem acontecido de muitas vezes o inquérito que está sendo conduzido dentro do próprio STF, ganhar uma impulsão própria”, disse.
Julgamento como arena política
“O comportamento e o momento pelo qual essas decisões foram tomadas acabou fazendo com que se alimentasse a arena política”, iniciou Felipe.
“Conseguiu-se fazer uma guerra de narrativas em que se colocou o Judiciário, desde o momento das decisões, como parte dessa arena e não como árbitro, não como juiz”, argumentou.
“Acho que falta tato em alguns momentos. Mas, lembrando: o Judiciário não precisa e nem deve ter tato político. Acontece que a situação que o país vive levou a esses contornos”, enfatizou.
Cenário jurídico-político passando por uma “pandemia”
O especialista comparou o atual cenário jurídico-político a uma “pandemia”, destacando a dificuldade de prever os desdobramentos diante do uso de novas ferramentas digitais e da velocidade com que os fatos se impõem.
“A gente está passando por uma espécie de pandemia no ambiente jurídico e político. É algo novo para todos, num ambiente novo, diante de ferramentas novas, voláteis, rápidas, difíceis de se controlar”, disse Felipe.
“Então, não há como a gente ter hoje um diagnóstico de até onde isso vai parar. Nós temos, sim, o diagnóstico do que aconteceu, do que temos hoje e dos limites que devem ser colocados”, pontuou.
“Agora, uma coisa é certa: é preciso se construir uma solução diante dessa ‘enfermidade’ de situações que estão surgindo por meio de ferramentas nunca antes vistas. As cenas dos próximos capítulos sempre vão ser desafios a serem trabalhados”, concluiu.
Quaest: 53% são a favor da prisão de Jair Bolsonaro
Um levantamento da Quaest mostra que a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) dividiu-se em menções favoráveis e contrárias ao decreto do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Segundo a pesquisa, 53% das menções ao episódio nas redes foram favoráveis à prisão, enquanto 47% foram contra.
O volume de menções passou de 1,16 milhão, segundo o levantamento, em uma média de 51 mil menções por hora, totalizando mais de 401 mil autores únicos.
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