Futuros possíveis para pessoas negras surge como um tambor ancestral ressoando em Zumbir, um podcast que estreia hoje (11) no Spotify. Com dois episódios semanais, lançados às segundas e quintas-feiras, este é um convite irrecusável para quem busca reflexão e resistência.
Em Zumbir, a tradição da oralidade é reinventada para cutucar e seduzir o ouvinte. Entrelaçando episódios de ficção e entrevistas afiadas, o podcast celebra temas como afrofuturismo, música e narrativas negras ficcionais. Cada um dos dez episódio previstos desafia a passividade, levando o ouvinte a um mosaico onde passado, presente e futuro se encontram em colisão, expandindo horizontes e tencionando os limites da comunidade negra.
Para Samara Costa, co-criadora do projeto, o programa afirma que os heróis e heroínas contemporâneos estão na rua desafiando as estruturas do presente. “As histórias questionam o hoje, resgatam passados esquecidos e projetam o amanhã. Ao longo dos episódios imaginamos o futuro, explorando o que pode ser, a partir do que foi e do que é”, declara Costa.
Nos cinco episódios ficcionais, antologias pulsantes emergem em cenários que desafiam tempo e espaço, cavando fundo na construção e preservação de memórias. A sonoridade é a linha de vida, carregando o ouvinte por universos fantásticos embalados por ritmos afro-diaspóricos: funk, hip-hop, samba, house e sons afro-latino-caribenhos. Cada conto, entre 15 e 20 minutos, é enriquecido por vozes potentes como Ebony, Vilma Melo, Digão Ribeiro, Fabão, Pedro Otonni, Rei Black, Hilton Cobra, Ester Dias, e mais.
Os cinco episódios conversacionais complementam a jornada com durações de 20 a 40 minutos, trazendo entrevistas instigantes com pensadores e artistas como Teresa Cristina, Alê Santos e Giovanna Heliodoro. São espaços de provocação e reflexão que atravessam as temáticas do podcast com profundidade.
Idealizado por Samara Costa e Julio Angelo, e produzido pela Gandaia em parceria com o Spotify, Zumbir é um manifesto sonoro, uma celebração da criatividade e da resiliência negras que promete cativar e questionar o lugar do corpo negro na sociedade e suas possibilidades de futuro.
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