Antes de seguir para a prisão, o ex-presidente Jair Bolsonaro se reúne com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Será que vai convencê-lo?
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SUBIU NO TELHADO
Todo mundo quer mais tempo para analisar o relatório do deputado Guilherme Derrite (PP-SP) sobre segurança pública, facções criminosas e o quase impossível enquadramento desses grupos como organizações terroristas.
MUI AMIGOS
Não é apenas o receio de que, ao se consagrar que as facções agem como terroristas, um juiz resolva enquadrar invasões de terra como crime de terrorismo. Governistas vêm alertando lideranças simpáticas ao Planalto sobre o risco. No fundo, trata-se de resistência ideológica, temperada por cálculo político.
PAI DA CRIANÇA
À coluna, o deputado Danilo Forte (União Brasil–CE), autor do projeto antifacção, acusou o governo de ter “chupado” sua iniciativa, apresentada “ainda em maio”. Segundo ele, o Planalto “deveria arranjar outra desculpa” em vez de pedir o adiamento da votação.
QUARTA VERSÃO
O presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos–PB), remarcou para a próxima terça-feira (18) a votação do relatório final do deputado Guilherme Derrite (PP–SP). A principal mudança no texto determina que os bens apreendidos de grupos criminosos sejam destinados ao Funapol, fundo que financia as atividades-fim da Polícia Federal.
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VISITA DE CORTESIA
Enquanto aguarda a execução de suas penas, que somam 27 anos e três meses de prisão, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para receber a visita do governador de São Paulo, Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos). Pode sair desse encontro o apoio explícito de Bolsonaro a Tarcísio para a disputa presidencial.
O HOMEM DOS ALFAJORES
De olho no Palácio dos Bandeirantes ou no Planalto, Tarcísio já tem um marqueteiro que sabe “decodificar” sua mensagem: Pablo Nobel, argentino, torcedor do Boca Juniors e devorador de alfajores — iguaria que os portenhos amam tanto quanto os pernambucanos que gostam de bolo de rolo.
POR UM FIO
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, foi reconduzido ao cargo por mais dois anos. Na votação secreta, Gonet recebeu 45 votos favoráveis e 26 contrários. Foram apenas quatro a mais que o mínimo necessário para garantir a permanência no comando do Ministério Público Federal.
E NINGUÉM FOI PRESO
Um grupo de manifestantes tentou invadir o local onde aconteciam os debates sobre problemas do clima, houve quebra-quebra, seguranças e indígenas feridos e ninguém foi preso, nem enquadrado pelo STF.
PENSE NISSO!
O assunto vem de Florianópolis, capital de Santa Catarina, um dos estados mais prósperos do país – e, não por acaso, um dos mais conservadores.
Ali, as escolas públicas municipais poderão utilizar, a partir de agora, a Bíblia como “material pedagógico de apoio” aos estudantes, “para fornecer um contexto mais amplo e enriquecer a experiência educacional”.
Com todo o respeito que merece o vereador João Padilha (PL), é muita falta do que fazer. Imagine a cena: em determinada escola, um estudante diz que seus pais o criaram lendo o Alcorão e preservando o respeito a Meca, e que, em vez de ir ao recreio, precisa se recolher para a sala de oração obrigatória, também chamada de “salat”.
Ou outro, cujos pais são budistas, precisa ter sobre a mesa o Sutra de Lótus e recitar o mantra: “Nam Myohô Renge Kyo”.
Sabe o que é essencial, vereador? Ter uma tabuada, a Ética a Nicômaco e alguns “puxões de orelha” — no sentido subjetivo da coisa, se é que vossa Excelência me entende.
Pense nisso!

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