Ex-mandachuva da PRF é preso no Paraguai com documento falso.
Robertinho de Recife está de volta com um álbum impecável: ‘Rapsódia de Natal’
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ACAREAÇÃO ASSUSTADORA
A presepada jurídica, a “jaboticaba de Toffoli”, de promover uma acareação entre o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, o ex-presidente do BRB (Banco de Brasília), Paulo Henrique Costa, e o diretor de Fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino Santos, é “uma dessas decisões que deixa qualquer um estarrecido. É assustadora”, no entender do senador Plínio Valério (PSDB-AM), autor da proposta de lei que tratou da autonomia do Banco Central.
SEM CABIMENTO
À coluna, o tucano disse que a “jaboticaba de Toffoli” não enfraquece o Banco Central, “mas é uma forma de tentar intimidar uma instituição séria”. Questionado se a medida coloca em risco a autonomia da instituição, Plínio Valério entende que não: “Vai mostrar, mais do que nunca, que é preciso ampliar essa autonomia”. Sobre as consequências, o senador disse que já não se assusta com as presepadas do Judiciário, “embora saibamos que ele [Toffoli] ultrapassou todo e qualquer limite”.
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DOCUMENTO FALSO NO PARAGUAI
Parece piada pronta. Mas não é. O ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal Silvinei Vasques não soube ser original como seu colega de Abin (Agência Brasileira de Inteligência), Alexandre Ramagem, que cruzou a fronteira para chegar aos Estados Unidos. Vasques atravessou a fronteira catarinense e tentou embarcar em Assunção (Paraguai) com documento falso. Em breve, será trazido para a Papuda, em Brasília, para cumprir 24 anos e seis meses.
MILEI AFAGA ZERO 1
A carta que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) leu no Natal — na qual o pai, Jair Bolsonaro (PL), unge o filho mais velho como seu sucessor político para a disputa das próximas eleições presidenciais — foi parar nas redes sociais e o presidente Javier Milei (La Libertad Avanza) a repostou. Republicou a publicação do senador fluminense com direito a mais de 22 mil curtidas.
ROBERTINHO DE RECIFE: UMA RAPSÓDIA PARA O ANO TODO
Um instrumental pontuado por sacadas tecno, que fazem lembrar o som de Vangelis Papathanassiou (1943-2022) na trilha sonora de Carruagens de Fogo, mesclado a momentos de prece e agradecimento, como o riff de guitarra de “Gloria in Excelsis Deo”.
— Eu tenho muito o que agradecer. Primeiro pela parceria com meu filho, Roberto Endraus, mas tenho vários outros motivos. Três meses atrás, enfartei de novo, foi a terceira vez. Veja só se não tenho motivo para, neste Natal, fazer um agradecimento especial e tocar com esse espírito — diz o ex-seminarista em entrevista ao Café & Conversa da Rádio Jornal.
A parceria com o filho, produtor de Rapsódia de Natal, vai muito além do arranjo meticuloso, que ora lembra uma cantata natalina, como em “What Child Is This? (Greensleeves)” (William Chatterton Dix), ora o rock “pauleira” de “Vaterland, In Deinen Gauen” (Felix Mendelssohn Bartholdy). A Rapsódia de Natal de Robertinho de Recife é para tocar o ano todo, inclusive “Jingle Bells” (James Lord Pierpont).
MICROCONTO DE NATAL
A costureira Neusinha pegou o ônibus da Viação Progresso em Afogados da Ingazeira. Quando chegou à porta, o motorista já sabia: ela carregava uma matula recheada de iguarias do interior para os parentes no Ibura, na Zona Sul da cidade do Recife.
Em uma das sacolas, acomodou bem uma dúzia de broas de milho, mas antes de chegar ao TIP (Terminal Integrado de Passageiros), a costureira já tinha comido quatro. Uma ela “devorou” na parada que o ônibus fez em Arcoverde, no posto de gasolina. Mais duas no meio do caminho e a quarta quando já avistava os prédios da capital. Quando chegou à casa da família, foi logo dizendo que queria mostrar um café que comprou no povoado de Ibitiranga: “Um café que o Reginaldo produz por lá e que faz o maior sucesso também em Carnaíba”.
Ao Café & Conversa, o programa mais antigo do rádio brasileiro a falar exclusivamente de café, Neusinha contou que pensou em mandar uma mensagem perguntando se combina broa de milho docinha, com nata dentro, e o café do Reginaldo de Ibitiranga.
PENSE NISSO!
Quem liga para relatórios de instituições como a Organização dos Estados Americanos (OEA)? Recém-divulgado, o documento elaborado pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos sustenta que a organização constatou que “o Brasil possui instituições democráticas fortes e eficazes” e que a Justiça Eleitoral “realiza eleições livres e justas, sendo caracterizada pela separação de poderes”.
O consultor Pedro Vaca Villareal, advogado colombiano que chancela todas essas liberdades e autonomias, destacadas em letras garrafais em seu relatório, poderia passar uma semana zanzando anonimamente pelos corredores do Congresso Nacional, colhendo informações na sede do Executivo e acompanhando sessões do Judiciário. Talvez tivesse outra percepção.
Mas não. Preferiu encerrar o documento afirmando que “alguns dos atores que mais acusam o Estado de censura tentam restringir a livre divulgação das ideias de seus oponentes, chegando a pedir ao Estado que o faça”.
Convenhamos, Pedro Vaca Villareal: o Brasil e os Poderes da República não são essa harmonia toda, não.
Pense nisso!





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