Levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública indicou que 40% dos casos mais graves foram praticados por cônjuges, companheiros ou namorados
Publicado em 10/03/2025 às 11:13
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Não há lugar seguro para as mulheres, nem mesmo dentro de casa. Pesquisa divulgada nesta segunda-feira (10) revela uma estimativa de que mais de 21 milhões de brasileiras sofreram algum tipo de violência nos últimos 12 meses. E que 40% dos casos mais graves foram praticados por quem deveria protegê-las: cônjuges, companheiros ou namorados.
O levantamento é do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, encomendado ao Instituto Datafolha e com apoio da Uber. Ao todo, 2.007 pessoas com mais de 16 anos, entre homens e mulheres, de 126 municípios brasileiros foram ouvidas.
Os resultados da 5ª edição da pesquisa “Visível e Invisível: a Vitimização de Mulheres no Brasil” indicaram que 37,5% das mulheres vivenciaram experiências de violência no último ano, maior prevalência já registrada na série histórica.
De acordo com os dados, 40% das violências foram cometidas por cônjuges, companheiros ou namorados, e 26,8% por ex-cônjuges, ex-companheiros ou ex-namorados. E 57% das mulheres entrevistadas indicaram que a violência mais grave ocorreu na própria residência.
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“A pesquisa mais uma vez nos mostra que não há lugar seguro para as mulheres no Brasil: em casa, na rua, no trabalho ou no transporte público, em todos os espaços as mulheres estão vulneráveis a situações de violência e assédio”, avaliou Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
Os números coletados sobre violência sexual apontaram que uma em cada 10 mulheres (10,7% do total) relatou ter sofrido abuso e/ou foi forçada a manter relação sexual contra a própria vontade, algo em torno de 5,3 milhões de mulheres.
“As iniciativas para frear essa epidemia de violência têm sido insuficientes. Apesar da ampliação do arcabouço legal para proteção das mulheres, não temos visto políticas públicas de proteção tendo prioridade no orçamento público para acessar aquelas mais vulneráveis e que precisam de acolhimento”, disse Samira.
Principais Tipos de Violência
Ofensas verbais: 31,4% das mulheres relataram insultos, humilhações ou xingamentos, um aumento de 8 pontos percentuais em relação a 2023. Isso representa cerca de 17,7 milhões de brasileiras;
Agressão física: 16,9% das mulheres sofreram batidas, tapas, empurrões ou chutes, a maior prevalência registrada desde 2017. Aproximadamente 8,9 milhões de mulheres foram vítimas desse tipo de violência;
Ameaças de agressão: 16,1% das mulheres foram ameaçadas de sofrer algum tipo de agressão física, totalizando cerca de 8,5 milhões de vítimas;
Stalking: 16,1% das mulheres foram vítimas de perseguição, também representando cerca de 8,5 milhões de brasileiras;
Abuso sexual: 10,7% das mulheres sofreram abuso sexual ou foram forçadas a manter relações sexuais contra sua vontade, afetando aproximadamente 5,3 milhões de mulheres.

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