Selando a trégua: Lula entrega o Turismo a aliado de Hugo Motta para garantir governabilidade

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Selando a trégua: Lula entrega o Turismo a aliado de Hugo Motta para garantir governabilidade


Líder do PL guardava fortuna em dinheiro vivo em casa; Motta ganha ministério para aliado e Câmara exige devolução de apartamento ocupado por Ramagem



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LOROTA BOA
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), convidou alguns jornalistas para um café da manhã, já pedindo novamente desculpas pela truculência da Polícia Legislativa, comandada por ele, que expulsou profissionais de imprensa de dentro do Plenário da Casa no dia em que o então deputado Glauber Braga (Psol-RJ) se aboletou de sua cadeira. Motta prometeu que “isso [a abordagem violenta] não se repetirá”.

“DIVERGÊNCIAS NATURAIS”
As rusgas entre Motta e o presidente Lula da Silva (PT) foram consideradas como “naturais” pelo presidente da Câmara. “Existem as discordâncias, mas o respeito não se perdeu, mesmo quando existiu essa divergência.” Para afagá-lo, Lula nomeou seu aliado, Gustavo Feliciano, para o comando do Ministério do Turismo. “Meu amigo e filho de uma pessoa que admiro [deputado Damião Feliciano, filiado ao União Brasil da Paraiba]”.

FLÁVIO, MÃOS DE TESOURA
Inspirado no trabalho de Tim Burton, Edward Mãos de Tesoura, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem se apresentado à “Faria Lima” – metonímia do setor financeiro que manda e desmanda no país – como o presidente que vai fazer cortes nos subsídios, cortes nos gastos públicos. “Corte onde for necessário”.

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O ENREDO…
…da candidatura tem um quê do personagem vivido por Johnny Depp, um “jovem criado em um laboratório, com tesouras no lugar das mãos”. Sempre citando seu grande guru”, ex-ministro da Economia Paulo Guedes, que esteve a serviço do mandato do pai, Jair Bolsonaro (PL), “Zero 1” diz que os grandes contrastes “precisam ser enfrentados”, inclusive o sobrenome.

A ABIN ANDA SUMIDA
Das duas, uma: ou a Agência Brasileira de Inteligência negligenciou a ficha um tanto quanto suja de Adroaldo Portal, ao ser indicado para a Secretaria-Executiva do Ministério da Previdência, ou o governo federal não acredita na arapongagem de que dispõe. Portal foi preso na Operação Sem Desconto, da Polícia Federal, enrolado até o pescoço com a máfia que surrupiou vencimentos de aposentados e pensionistas do INSS. Não custa nada lembrar que Adroaldo Portal foi “vice-ministro” da Previdência.

DEFEITOS COLATERAIS
O relator da indicação do advogado Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), senador Weverton Rocha (PDT-MA), só não foi preso pela Polícia Federal na Operação Sem Desconto por absoluta benevolência do ministro André Mendonça. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), já estuda outros nomes para relatar o processo.

PINO DE GRANADA
E pensar quem quando da sua indicação para relatar o processo de Jorge Messias, Weverton Rocha disse à coluna que tinham jogado uma “granada sem pino” em seu colo. Pelas investigações e suas ligações com o “Careca do INSS”, o senador é que é a granada de verdade.

HOMELESS
Também chamado de sem-terra, morador de rua ou “pessoas em situação de rua”, como preferem os sociólogos de sacada [de apartamento], tudo isso é o resumo da situação do deputado cassado, Alexandre Ramagem (PL-RJ). A Câmara deu prazo até 18 de janeiro para que ele devolva o imóvel funcional da ocupa. Cassado pela Mesa Diretora da Câmara, por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do STF, Ramagem vive atualmente nos Estados Unidos.

PENSE NISSO!
Não tem um ditado popular: “cada cabeça, uma sentença”? — que significa que cada pessoa, cada indivíduo tem seu jeito próprio de pensar? Pois bem. Se eu tivesse R$ 430 mil em dinheiro vivo, eu iria direto à Caixa e depositaria na poupança. Renderia o suficiente para eu comprar dez quilos de café por mês.

Mas o deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) disse que o dinheiro encontrado na casa dele é legal, fruto da venda de um imóvel. Certamente, o líder do PL tem motivos de sobra para guardar dinheiro em casa, dentro de um saco preto.

Se bem que na campanha eleitoral de 2014 a presidente Dilma Rousseff (PT) disse que tinha o costume de guardar dinheiro em espécie em casa. Mas uma coisa é uma coisa: Sóstenes Cavalcante e Dilma Rousseff não são a mesma pessoa. E eu só me recordei desse fato; afinal, todo mundo é inocente até que se prove o contrário.

Ou será o inverso?

PENSE NISSO!





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