Gilberto Kassab já está no divã, João Campos fazendo pressão, Lula deixando “pra lá” seu lado doce. Isso porque, oficialmente, a campanha nem começou
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NO MULUNGU DE LULA
O Estado pegou o dinheiro do cidadão brasileiro e vai destinar R$ 20 milhões para ajudar a financiar as 12 escolas de samba do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro. Dinheiro suficiente para comprar 33.500 cestas básicas — valores do Recife (R$ 596,10 cada). Como o país vive a “magia” da festa mais popular, deve ser essa a opção preferencial pelos pobres do atual governo.
ERYTHRINA MULUNGU
A Acadêmicos de Niterói virá com o enredo “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”. Tudo isso no país do Carnaval e das eleições presidenciais, com o Rei do Mulungu disputando a reeleição. “Tudo em ordem”, segundo o Tribunal de Contas.
OMISSÃO DA CONVENIÊNCIA
Imagine que um disco voador aterrisse na frente da sua casa. O ET, com um tablet na mão, pede informações sobre as tramoias do Congresso Nacional:
— Terráquio, li aqui no JC Online que o líder do PT (Pedro Uczai) está reclamando dos penduricalhos no serviço público. Procede isso? — pergunta o “verdoso”.
Mostre ao estranho visitante que apenas o Partido Novo protestou contra a votação.
NA VITROLA…
…deixe rolar o vinil da dupla Jacó e Jacozinho, com a composição de Palmeira, pseudônimo de Diogo Mulero (1918–1967):
“Tomara que seja verdade
Que exista mesmo disco voador
Que seja um povo inteligente
Pra trazer pra gente a paz e o amor”.
KASSAB NO DIVÃ
O cacique do PSD sente a pressão “de todos os lados”. A conveniência de não ter candidato à Presidência e deixar cada um por si. A angústia de lançar, logo, um candidato para começar a aparecer nas pesquisas. E o lado financeiro da legenda, que sabe que, quanto maior for a bancada na Câmara Federal, mais robusto será o caixa do partido — além de mais tempo no rádio e na TV.
O ÚLTIMO BAND-AID…
…ao dizer que “a política apodreceu”, a mensagem subliminar do presidente Lula é a de que ele seria a última Pepsi do deserto. Mas seu governo, ao menos do ponto de vista fiscal, é “a ponta de um torturante Band-Aid no calcanhar”, como diria o brilhante compositor Aldir Blanc (1946–2020).
JOÃO CAMPOS NÃO QUER ALCKMIN CAPINANDO
O presidente nacional do PSB usou um surrado ditado futebolístico “não se mexe em time que está ganhando” para comentar a aliança com o PT. O prefeito do Recife estava se referindo ao futuro do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).
– A gente não precisa fazer futurologia de como ele seria como vice presidente porque ele já é hoje e já demostra sua capacidade.
‘CAPINAR EM PINDA’
Natural de Pindamonhangaba (SP), onde foi vereador e prefeito, o vice-presidente descartou recentemente qualquer outro futuro político que não seja continuar compondo a chapa com Lula
– Fico onde estou [na vice] ou vou capinar em Pinda [como sua cidade natal é carinhosamente chamada].
PAGA-SE BEM
Em Brasília, um bom capinador recebe até R$ 250 de diária. Na escala 6×1, dá para tirar até R$ 1.500 mensais. Não que Alckmin precise.
PENSE NISSO!
É claro que o PT, ao menos durante uma rodada de “ceva”, na mesa de um pé-inchado da periferia ou na sacada de uma cobertura, já tinha pensado em pôr fim à jornada 6×1. Mas reforçar esse argumento em ano eleitoral é sempre mais proveitoso. Afinal, a legenda tem comandado o país por mais de duas décadas.
É verdade que esse mesmo partido, que assumiu o Planalto há três anos e 38 dias, “descobriu” que o enfrentamento da violência “precisa ser uma prioridade”.
O bom do período eleitoral é o “memoriol” que falta a boa parte dos gestores em disputa da reeleição.
Pense nisso!






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