Sady Baby (1954 – 2025) – Morre Sady Baby, diretor de filmes pornô na Boca do Lixo que foi procurado da polícia

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Sady Baby (1954 – 2025) – Morre Sady Baby, diretor de filmes pornô na Boca do Lixo que foi procurado da polícia


Morreu na manhã desta sexta-feira, 26, Sady Plauth, conhecido como Sady Baby, conhecido por dirigir e produzir pornochanchadas na Boca do Lixo, em São Paulo, nos anos 1980. A morte foi confirmada por seu amigo Marcos Alexandre de Azevedo. Baby, com 71 anos, estava internado há um mês devido a um acidente de trânsito.

Baby perdeu o controle do carro no dia 28 de novembro por motivos ainda desconhecidos. O automóvel foi encontrado fora da pista no km 81 da BR-470, em Rodeio, Santa Catarina.

Alguns de seus filmes são “Emoções Sexuais de um Jegue”, “A Máfia Sexual” e “No Calor do Buraco”, dirigidos com Renato Alves. Começou a carreira em 1984, quando atuou no filme “Escândalo na Sociedade”, de Arlindo Barreto.

Mas o mercado de filmes eróticos se voltava para o sexo explícito, e Baby abraçou a nova onda. Ele passou a produzir e dirigir no centro de São Paulo já no declínio da Boca do Lixo, como ficou conhecida a região produtora de cinema independente erótico durante a ditadura militar.

Nos anos 1990, ele comprou um ônibus para rodar o Brasil e alguns países da América Latina com peças pornôs. No veículo rodou os dois filmes da franquia “Ônibus da Suruba”.

Nascido em 1954, em Itatiba do Sul, no Rio Grande do Sul, Baby teve uma vida polêmica. Em 2006, ele e o cantor Ovelha participaram de um teste de paternidade no programa “Superpop”, de Luciana Gimenez, na RedeTV!. No total, o diretor já afirmou ter entre 35 e 40 filhos.

Em 2008, passou a ser investigado pela Polícia Federal por recrutar duas menores de idade, de 16 e 17 anos, uma delas sua filha, para estrelar o filme pornô “A Filha do Diretor”.

Em 2013, aos 54, foi preso por estelionato com a namorada. Ele portava uma identidade falsa e estava desaparecido desde 2008, quando forjou o próprio suícidio. O casal teria aberto contas em bancos para receber talões de cheques e aplicar golpes em estabelecimentos comerciais. Os policiais rodoviários chegaram até ele após um comerciante receber um cheque sem fundos, de R$ 247.



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