Rosa Montero faz maratona de autógrafos de mais de 4h na Festa Literária de Paraty

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Rosa Montero faz maratona de autógrafos de mais de 4h na Festa Literária de Paraty


Já era madrugada de domingo quando a escritora espanhola Rosa Montero assinou o último exemplar da sessão de autógrafos que sucedeu sua mesa no programa principal da 23ª Festa Literária Internacional de Paraty, encerrada horas mais tarde.

Das 20h30 à 00h48, Montero autografou livros seus, como “O Perigo de Estar Lúcida”, “A Louca da Casa” e “A Ridícula Ideia de Não Te Perder”, todos lançados no Brasil pela Todavia, para uma multidão que formou fila e serpentou a perder de vista.

Rosa também não quis limitar a quantidade de livros autografados por pessoa, e as dedicatórias se multiplicaram. Houve quem chegasse a ela com três ou quatro volumes.

“Se tem uma coisa que me angustia é que haja gente que queira que eu autografe seus livros, e eu não poder”, disse ela à Folha ao deixar a livraria da Flip, na praça da Matriz.

Montero autografou todos. Tirou fotos com quem pediu. Emocionou-se com leitoras emocionadas. E repetiu o mesmo ritual a cada pessoa: livro nas mãos, olhos nos olhos, perguntava para quem era o autógrafo, apesar de haver um papel com um nome dentro de cada exemplar, como é de praxe em lançamentos de livros. A autora ouvia atenta à história por trás de cada nome de cada papelzinho.

A notícia correu a longa fila e teve gente que sacou o celular para traduzir sua explicação para o espanhol.

Montero decorou cada dedicatória com adesivos de brilhos e de desenhos miúdos de bichinhos que sempre traz consigo. Distribuiu ainda miniaturas de peixinhos, dinossauros e patinhos a cada leitor, que carrega em uma necessaire.

Ao longo de quatro horas e 18 minutos, Montero não se saiu da mesa na livraria da Flip, na praça da Matriz, nem sequer quis ir ao banheiro. Beliscou biscoitos e frutas sem fazer pausas nem desviar a atenção, tateando as bandejas colocadas ao seu lado.

Ao final do último autógrafo, foi aplaudida por um grupo de leitoras que deram gritinhos e receberam um beijo soprado da autora.

Na saída, a Folha quis saber se não lhe doíam as mãos depois de assinar tantos livros. “Pode ser. Mas me doeria mais a alma se eu não assinasse todos.”



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