O funkeiro Pedro Sampaio fez um show bastante enfeitado no Rock in Rio deste ano. Havia fogos de artifício, um balé cheio, muita coreografia e rebolado, jatos de fogo e de fumaça, fitas, e centenas de pedaços de papel colorido sendo atirados do palanque.
Ele abriu a programação do palco Sunset neste quarto dia do festival, que começou na última sexta-feira, com shows ao longo do fim de semana, e agora ocorre até domingo.
Dono de vários dos principais hits do pop e do funk, Pedro Sampaio estava mais preocupado em fazer o público ferver do que em cantar —havia muito playback, como é praxe nos seus shows. A julgar pela empolgação da plateia, isso não importou.
Seu show, geralmente feito para a noite, foi alocado para o meio da tarde no festival, às 15h30, horário considerado menos nobre, quando muita gente ainda não chegou ao evento.
Isso não o chateou. No Instagram, Pedro Sampaio disse que a luz do dia combinava com a fase que ele vive na carreira, muito solar, após lançar o disco “Astro” no começo do mês. Chamou ainda este show de “mais importante da vida”.
O campo do Rock in Rio ficou tomado, por quase uma hora, de pessoas rebolando, balançando os braços par o alto, e, principalmente, pulando —a todo tempo o funkeiro pedia que o público tirasse o pé do chão.
Ele tocou a maioria dos seus hits, como “Atenção” e “No Chão Novinha“, além de remixes de músicas internacionais, como uma versão eletrônica da dramática “Set Fire to the Rain”, de Adele.
O ponto alto, e mais curioso, é a performance de “Cavalinho”, um dos seus sucessos mais recentes. Nela, Pedro pede que o público faça várias filas, e saia pulando numa direção só, imitando uma cavalgada.

/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/03/creation-2609662897.png?w=300&resize=300,300&ssl=1)




/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/03/creation-2608739105.png?w=300&resize=300,300&ssl=1)






/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/03/creation-2609662897.png?w=150&resize=150,150&ssl=1)



