Muitos esperavam algum anúncio de repasses financeiros, como um Fundo Estadual de Municípios, que não aconteceu. Mas o evento foi prestigiado.
Publicado em 02/12/2024 às 19:44
| Atualizado em 02/12/2024 às 19:44
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A governadora Raquel Lyra (PSDB) reuniu os prefeitos eleitos e reeleitos de Pernambuco para uma grande reunião. Muitos dos gestores presentes, inclusive os que são aliados e fazem parte da base do Palácio, esperavam um anúncio mais concreto e, de preferência, que estivesse vinculado a alguma ajuda financeira. Alguns questionaram a estratégia do evento, já que programas relacionados às estradas e ao abastecimento de água foram lançados há pouco tempo e poderiam ter sido “guardados” para este momento.
No local, ficou claro que o objetivo do Palácio não era esse. A ideia era juntar o coletivo, mas tratar as demandas de cada município depois, caso a caso.
Balanço e “FEM”
O seminário “Mudar Juntos” tinha como objetivo lembrar o que foi feito nos últimos dois anos e preparar a parceria com os municípios para 2025 e 2026.
“Era mais para deixar os gestores cientes do que está previsto em cada região. E a partir daí eles poderão trazer os projetos deles também. Essa reunião foi um ponto de partida na relação”, explicou um palaciano.
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Outra fonte, que trabalha próximo à governadora, foi taxativa em relação ao jeito dela de trabalhar: “O FEM era uma peça de ficção e a governadora não promete peça de ficção”.
Não precisa
Durante o discurso, Raquel falou diretamente sobre a expectativa que havia de um novo FEM.
O Fundo Estadual dos Municípios é polêmico, foi criado por Eduardo Campos e virou uma novela. Prefeitos passaram anos tentando receber os valores prometidos ao longo dos governos de Eduardo e depois de Paulo Câmara.
“A gente está garantindo, por exemplo, um bilhão de reais em investimento na cidade de Olinda. E eu não precisei assinar um FEM para isso. E cada município de vocês terá, sim, o investimento do governo de Pernambuco acontecendo. Eu conheço a cidade de vocês de perto, eu conheço a necessidade de vocês de perto”, explicou a governadora em seu discurso.
No fim
Não ter promessa concreta de ajuda financeira frustrou alguns prefeitos, sim. Quando não se aproveita um momento de reunião como o que aconteceu para anunciar medidas mais amplas, em relação aos municípios que sempre estão quebrados, o momento soa como oportunidade perdida.
Os aplausos, no entanto, reforçados pelo aniversário da governadora que foi comemorado durante o evento, mostram que existe uma confiança nessa parceria. Os decepcionados terão que ser reconquistados com atenção direta do governo. Muitos, inclusive, esperam ser recebidos pelos secretários para levar suas demandas no futuro.
Aplaudida
Mesmo não tendo dinheiro, o evento foi bem prestigiado, com muitos gestores comparecendo de todas as regiões de Pernambuco. A governadora foi muito aplaudida e a impressão é de que os prefeitos estão animados. No fim, foi positivo.
Até João Campos (PSB), prefeito do Recife, e sempre apontado como um adversário de Raquel, compareceu e acompanhou todo o discurso, cumprindo a promessa feita em outubro quando disse que estaria presente se fosse convidado.
A situação de Lula
Em Brasília, até o ar que se respira tem algum interesse pessoal. Cada sorriso e aperto de mão é dado como uma jogada de xadrez que antecipa movimentos futuros ao infinito.
É dentro desse jogo que o governo Lula (PT) está se vendo agora a depender do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP), e de Rodrigo Pacheco (PSD), presidente do Senado, na luta para acalmar o país depois das trapalhadas da semana passada no anúncio do corte de gastos.
Ajudando
Em 2020, no ápice da pandemia, Bolsonaro (PL) precisou entregar o governo a Arthur Lira e Ciro Nogueira (PP), entre outros do centrão, para sobreviver.
Agora, não é por acaso e nem por altruísmo que o mesmo Lira se apresentou como um apaziguador, afirmando ao mercado que todo mundo pode ficar tranquilo porque o pacote de corte de gastos será “aprimorado” na Câmara o mais rápido possível. Pacheco também ajudou, afirmando que a isenção do Imposto de Renda só vai passar pelo Senado “se o país tiver condições de bancar os custos”.
Apagando…
As falas são para acalmar a economia e tentar conter a disparada do dólar. O próprio governo tentou fazer isso e não conseguiu depois de todos os erros cometidos na divulgação do pacote, quando a comunicação vazou a isenção do IR, que só valeria para 2026, antes mesmo de falar sobre o reequilíbrio fiscal porque tentava amenizar a impopularidade dos cortes.
Erros, que a equipe de Lula costuma cometer com certa frequência, custam caro em Brasília.
…incêndios
Seria coincidência a semana ter começado com essas declarações e, logo em seguida, o bastidor de que Lula está pensando em ampliar o espaço de partidos como União Brasil, PSD e MDB para garantir o apoio deles nos próximos meses e até a eleição de 2026?
Quanto mais fazem besteira por você, mais caros ficam os boletos que você precisa pagar. E na gestão atual, com a contribuição inolvidável de integrantes do PT, o que não falta é gente fazendo bobagem. Melhor para o escambo político. Pior para o país.

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