Relembre músicas de Angela Ro Ro, morta aos 75, como ‘Amor, Meu Grande Amor’

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Relembre músicas de Angela Ro Ro, morta aos 75, como ‘Amor, Meu Grande Amor’


Morta nesta segunda-feira (8), aos 75 anos, Angela Ro Ro deu voz a letras românticas e emplacou uma série de hits que fizeram dela uma das artistas brasileiras mais elogiadas pela crítica especializada, tanto no país quanto fora, entre os anos 1970 e 1980.

Sua postura, que desafiava padrões comportamentais da época e que lhe colou a imagem de autêntica, à frente de seu tempo, também ajudou a artista a projetar faixas como “Amor, Meu Grande Amor“.

Relembre, abaixo, este e outros hits da carreira de Angela Ro Ro.

‘Amor, Meu Grande Amor’ (1981)

Grande hit da artista, a faixa do álbum “Só Nos Resta Viver” virou um hino romântico da MPB e é fruto de uma desilusão amorosa. Foi composta com Ana Terra.

‘Balada da Arrasada’ (1979)

Antes de “Amor, Meu Grande Amor”, a faixa já consolidava a verve intensa e apaixonada da artista. É, ainda hoje, uma das mais ouvidas nas plataformas de streaming.

‘A Mim e a Mais Ninguém’ (1979)

Assim como “Balada da Arrasada”, a música esteve em seu álbum de estreia e é tida como uma das mais emblemáticas da primeira fase da artista.

‘Só Nos Resta Viver’ (1981)

Faixa que dá nome ao álbum homônimo, a canção fala da dor de amar e é um exemplo claro de como a vida pessoal da artista influenciava a sua discografia.

‘Simples Carinho’ (1982)

Lembrada com carinho por muitos de seus fãs, a balada esteve presente no álbum “Escândalo!” e é frequentemente mencionada por críticos da indústria como um dos destaques de sua carreira.

‘Minha Mãezinha’ (1979)

Feita para discorrer sobre a relação de Angela Ro Ro com a sua mãe, a faixa mostra a influência de Dona Conceição, que também cantava, na trajetória da filha.

‘Preciso Tanto!!!’ (1980)

Inspiração para muitas lésbicas ao ser uma das primeiras artistas brasileiras a assumir a homossexualidade, Angela Ro Ro fez da faixa uma espécie de hino, principalmente pelo lado autobiográfico da letra.



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