Recife lidera vendas de imóveis na RMR, mas ainda enfrenta desafio de lançar empreendimentos mais baratos

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Recife lidera vendas de imóveis na RMR, mas ainda enfrenta desafio de lançar empreendimentos mais baratos


Mercado da capital pernambucana segue consolidado no médio e alto padrão, com dificuldades de ampliar o leque para imóveis econômicos


Publicado em 14/02/2025 às 14:00



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Em 2024, o Recife lançou 5.657 unidades residencias e liderou as vendas de imóveis na região metropolitana, com 5.346 comercializações, segundo os dados da pesquisa desenvolvida pela Brain Inteligência Estratégica, encomendada pela Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-PE), sobre o mercado imobiliário local. Os dados foram apresentados nesta quinta-feira (13), no primeiro Conexão Ademi de 2025. Apesar dos bons resultados, a capital ainda sofre com a diversificação dos segmentos, concentrando imóveis de médio e alto padrão.

Ainda no Grande Recife, segundo a pesquisa, Jaboatão dos Guararapes ficou em segundo lugar, com 2.043 unidades vendidas, enquanto Olinda e Cabo de Santo Agostinho aparecem, respectivamente, com 397 e 349 unidades vendidas. Na capital, o bairro de Boa Viagem segue como o grande vetor, contabilizando 1.207 unidades vendidas.

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O programa Minha Casa Minha Vida foi crucial, com 89% das unidades lançadas na Região Metropolitana provenientes dele, representando um aumento de 14,1% em relação a 2023. Apesar do crescimento na RM, no Recife, imóveis de outros padrões ainda dominaram o mercado, com 59% das unidades lançadas.

Rafael Simões, presidente da Ademi-PE, destacou que o mercado está em transformação, com vendas se mantendo robustas, especialmente em habitação acessível. Contudo, o equilíbrio na oferta de diferentes tipos de imóveis continua sendo um desafio. Em comparação com outras capitais do Nordeste, Recife ocupa a terceira posição em lançamentos, atrás de Salvador e Fortaleza.

Para 2025, de acordo com o CEO da Brain Inteligência, Fábio Tadeu Araújo, a expectativa é otimista. “Nós podemos projetar para o segmento de baixa renda, no Minha Casa Minha Vida, uma variação entre 0% e 10%. Para o segmento de classe média, uma variação entre – 5% até + 5%. Já para o segmento de alto padrão, no mercado de luxo, uma estabilidade em relação ao ano passado, com previsão entre 0 e 5%”, prevê.



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