Dos três títulos seguidos de Rayssa Leal da SLS, dois foram em São Paulo, no Ginásio do Ibirapuera, e o primeiro no Rio de Janeiro
Publicado em 15/12/2024 às 18:40
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O tricampeonato de Rayssa Leal na Street League Skateboarding (SLS), conquistado neste domingo com vitória na etapa decisiva da liga, o Super Crown, em São Paulo, veio com muita emoção e demonstrações de companheirismo. Do choro ao acertar a última manobra ao apoio à amiga australiana Chloe Covell, a maranhense de 16 anos provocou os mais variados sentimentos no público presente no Ginásio do Ibirapuera.
Durante a os momentos decisivos da disputa, Rayssa vibrou muito com a última tentativa de manobra de Covell, que poderia ter entrado no pódio, mas não conseguiu acertar. Quando a australiana foi para a pista, a brasileira já sabia que era campeã. Esperou, contudo, a exibição da amiga e deu um abraço nela antes de, enfim, comemorar a própria conquista, com muito choro.
Dos três títulos seguidos da SLS, dois foram em São Paulo, no Ginásio do Ibirapuera, e o primeiro no Rio de Janeiro. Mais uma vez, a skatista maranhense vibrou junto com a torcida paulistana. “A emoção de estar aqui mais uma vez competindo no Brasil, em São Paulo… meu primeiro foi no Rio. Eu estou muito feliz. Sabe a estrelinha do Mario (Bros, jogo de videogame)? Estou igual, pulando”, disse após a conquista.
Tamanha emoção se deve ao cenário que se apresentou a Rayssa, após erra duas tentativas de manobras. Com isso, ela não podia errar mais nenhuma. Ter conseguido duas notas 9,1 para somar entre as suas quatro maiores – aquelas que compõem a pontuação geral – mostrou toda a força mental da adolescente.
“Eu fiquei meio nervosa porque as meninas tiraram muitas notas boas. E eu tinha que acertar as três. Foi por isso, nem foi pela pressão, foi por acertar mesmo. Era um corrimão muito difícil”, afirmou a estrela do skate brasileiro.
Medalhista de bronze olímpica em Paris e agora tricampeã do Super Crown, Rayssa Leal ainda tem o sonho do ouro olímpico para buscar, mas não quer pensa nisso neste momento. São pouco menos quatro anos até Los Angeles-2028. Em 2025, ela quer lançar sua video part, como são chamadas as produções audiovisuais em que skatistas se desfiam nas ruas, e focar em concluir o terceiro ano do Ensino Médio.
“Eu já tenho muitos títulos, só tenho 16 anos e faço 17 ano que vem. Ouro na Olimpíada é uma meta, mas não vou ficar pensando nisso agora. Quero pensar mais no futuro mesmo. Quero fortalecer meu mental, meu físico, continuar bem na escola, que é meu último ano. Também passar tempo com a família, passar o natal todo mundo junto, fazer minha video part. Ter minha família do lado é o que mais me motiva”, afirmou.

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