Governadora começou a movimentar a gestão politicamente, conversando com outras forças do estado e aproximando o Palácio de lideranças municipais.
Publicado em 29/01/2025 às 20:00
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Nas entrevistas do fim do ano, a governadora Raquel Lyra (PSDB) repetiu muitas vezes que iria começar a fazer política em 2025. Pelo planejamento da gestora, o primeiro ano foi para arrumar a casa após anos de governo do PSB, o segundo ano seria para plantar e o restante do mandato para fazer colheita.
Está tudo muito bem, mas no meio do caminho tem uma pedra chamada política, sem a qual administradores públicos que dependem de mandato eleitoral não podem viver.
Movimento
Quando há uma pedra no meio do caminho as opções são contornar, tropeçar ou colocá-la na bolsa para seguir viagem. Pedras costumam ter usos diversos e positivos para um viajante, servem como ferramenta ou como arma, por exemplo. Mesmo ainda não tendo feito a reforma de secretariado que se espera na gestão para este ano, Raquel parou de contornar o obstáculo ou tropeçar na pedra.
Resgatou-a, finalmente. Está fazendo política. E isso chama atenção, porque as provisões do governo são muito maiores do que as da prefeitura do Recife, por exemplo, caso se queira comparar. O orçamento da máquina municipal é de cerca de R$ 9 bilhões. O do governo do estado passa de R$ 50 bilhões.
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Quando o Palácio resolve fazer política, não tem como ser “de leve”.
Papo
Primeiro foi a conversa com Miguel Coelho (UB), revelada pela jornalista Terezinha Nunes, que integra a bancada do Passando a Limpo, da Rádio Jornal. O papo teria acontecido há alguns dias, embora não haja muita informação sobre o assunto, nem nos bastidores.
Depois veio uma lista com duas dezenas de ex-prefeitos, nomeados pela governadora para cargos de assessoria especial, integrados à gestão estadual, para não deixar ninguém descoberto. Essas nomeações também eram feitas pelo PSB e são uma forma de fortalecer os grupos políticos que receberam apoio do Palácio para continuarem trabalhando em seus municípios.
Alepe
Toda ação tem reação e uma grande virá da Assembleia Legislativa. Sempre que a governadora estreita o relacionamento político direto com os prefeitos, deputados estaduais reclamam por estarem perdendo espaço na articulação entre municípios e governo estadual. Com a eleição de 2026 se aproximando, os parlamentares buscam ainda mais cumprir o papel de ponte porque ele traz votos.
Pontes
O problema das pontes é que elas precisam estar disponíveis e aptas para serem atravessadas. No governo reclama-se bastante dos bloqueios e das dificuldades que têm sido criadas. “Quando há muita resistência, o sujeito pega um barquinho e ignora a ponte”, comenta uma fonte palaciana à coluna.
Reforma
Ainda falta fazer a reforma do secretariado e entender como serão encaixados os grupos políticos que ela depende atrair para a disputa de 2026. É o momento de atuar junto aos partidos e, consequentemente (embora não seja obrigatório), conversar também com os deputados estaduais, aproximando mais a Alepe.
Insensatez
Por falar em reforma, a informação de que Gleisi Hoffmann (PT) deve assumir a Secretaria Geral da Presidência assustou muita gente.
A petista estará trabalhando ao lado de Lula (PT) em tempo integral, dando conselhos e opiniões frequentes sobre política, economia e dizendo até qual gravata fica melhor no presidente. Todo mundo estava contando as horas para que ela deixasse a presidência do PT com a esperança de que ela iria parar de atrapalhar o governo.
Não há esperança que não se dissolva se mergulhada no mar de insensatez que é o Palácio do Planalto.

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