Governadora comentou as tratativas a respeito da Escola de Sargentos do Exército e disse confiar na vitória de Rodrigo Pinheiro em Caruaru
Publicado em 17/09/2024 às 15:58
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A governadora Raquel Lyra (PSDB) foi entrevistada pela rádio CBN nesta terça-feira (17) e afirmou que Pernambuco “estava estagnado” e que sua gestão “trabalhou muito para organizar a casa”. A declaração foi dada no momento em que a tucana comemorou a alta do PIB do estado no segundo trimestre deste ano, anunciada na última semana.
“Pernambuco nos elegeu, a mim e a Priscila [Krause, vice-governadora] para trabalhar por mudanças, e agora a gente já tem muitas entregas para apresentar. É um trabalho há 20 meses incansável, não tem fim de semana. E os prefeitos já conseguem perceber o nosso trabalho, por ter sido prefeita, de como a gente pode trabalhar mais e melhor a partir da conjugação entre estado e prefeitos, o que não existia e que agora a gente consegue fazer com muita força”, afirmou a governadora, elencando obras entregues na sua gestão.
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“A gente nao tinha investimento em infraestrutura. A malha rodoviária de Pernambuco estava destruída. Estamos fazendo agora mais de mil quilômetros de requalificação. Fomos atrás do governo federal, de investimento. Temos cerca de R$ 1,5 bilhão em obras em estradas em Pernambuco ou em licitação, e isso vai continuar crescendo. Não à toa cresceu 4.1% o PIB de Pernambuco no último trimestre. A gente ultrapassa o Brasil”, disse Raquel Lyra.
Escola de Sargentos
Durante a conversa, ela explicou em que pé está a vinda da Escola de Sargentos do Exército (ESA) para Pernambuco. O equipamento é previsto para ser construído na Área de Proteção Ambiental (APA) Aldeia/Beberibe, que engloba municípios da Região Metropolitana do Recife e da Zona da Mata Norte.
Raquel defendeu a vinda da ESA para o estado, afirmando que o aparelho vai melhorar a qualidade de vida para essa parte do estado. A governadora afirmou que cerca de 10 mil pessoas passarão a viver no local, movimentando a economia do trecho, que já tem no seu entorno o polo automotivo de Goiana.
Na entrevista, ela deu detalhes sobre as contrapartidas ambientais apresentadas pelo governo estadual.
“Já houve diversos estímulos para que a obra fosse mais sustentável, desmatasse menos e tirasse parte da construção que tivesse dentro da mata. Estou em contato com as pessoas do Ibama para mostrar nosso ponto de vista, para que a gente possa avançar com licenciamento, junto com o ministro José Múcio [da Defesa]. A gente já conseguiu reduzir e muito o impacto do que era a previsão inicial de desmatamento. Era muito mais que o dobro do que está posto hoje. Agora é o Exército com o Ibama que vão trabalhar nisso”, contou.
“O que nós vamos apresentar é tudo aquilo que o estado fez, inclusive apresentar alternativa de terrenos para construções que não precisam ser feitas dentro da mata, e o estado podendo desapropriar as matas, tão logo o Exercito aprove. E ele tá com intenção de aprovar”, completou Raquel.
Arco Metropolitano
Raquel também comentou o desenvolvimento do Arco Metropolitano, obra de infraestrutura que integra o projeto da Escola de Sargentos e que também é alvo de críticas a respeito da preservação ambiental.
“A gente lança nesse mês de outubro o edital do primeiro trecho. Só estamos aguardando autorização do DNIT para a gente licitar. Começando, a gente vai fazer da 408 até o Cabo de Santo Agostinho, metade sendo feita e paga pelo estado de Pernambuco e outra metade pelo Governo Federal, juntando os dois dá R$ 1,3 bilhão. Esse é o acordo que a gente tem com o presidente Lula e o ministro Renan [Filho, dos Transportes].
“E a gente discute o traçado do eixo da região norte. Aí vem a questão toda ambiental, e a gente só vai fazer isso ouvindo a população. A gente só vai fazer aquilo que é possível fazer, mas a gente precisa desse eixo de integração para que Pernambuco ganhe competitividade e a gente melhore a mobilidade do estado. O arco metropolitano viraria a nova BR-101 e o trecho que hoje é a 101, viraria trecho urbano”, detalhou Raquel Lyra.
Segurança pública
No quesito segurança pública, Raquel Lyra foi pragmática e disse que só promete fazer o que sabe que conseguirá realizar.
“Quando a gente diz que vai contratar 7 mil novos policiais ano que vem, é porque isso vai acontecer. Vai ter 4.800 policiais militares, policiais civis, policiais penais já contratamos mais de 600 esse ano, e policia científica. Hoje a gente tem menos policiais do que há 20 anos”, afirmou ela, que rechaçou a ideia de que o seu plano Juntos Pela Segurança seria um “novo Pacto Pela Vida”, do governo anterior.
“Não é o novo Pacto Pela Vida, é o Juntos Pela Segurança, mas é uma politica publica com o Pacto pela Vida foi”, disparou.
Ela também afirmou esperar um olhar mais intensificado do Governo Federal nessa questão junto aos estados. “A gente tem conversado com o Ministério da Justiça. Sob o meu ponto de vista e dos governadores do Nordeste brasileiro, o governo federal precisa entrar mais. Isso é fundamental para enfrentarmos a criminalidade de forma eficiente.”
Eleições municipais em Caruaru
Questionada sobre as eleições municipais, ela disparou de imediato: “a primeira coisa que eu digo é que não disputo as eleições municipais. Obviamente temos aliados disputando. O que a gente espera: um debate verdadeiro sobre as cidades, e como um prefeito no território é importante”.
Em seguida, fez questão de defender o seu candidato em Caruaru, Rodrigo Pinheiro (PSDB), que era seu vice-prefeito e assumiu o cargo após ela deixar a prefeitura para se candidatar ao governo, em 2022. Ele agora busca a reeleição.
“Não tenho dúvida nenhuma da capacidade de Rodrigo de liderar a cidade de Caruaru. Fizemos um governo juntos, deixamos muita coisa encaminhada e Rodrigo inaugurou elas. A gente cumpriu mais de 90% do nosso plano de governo. E eu tenho confiança nele, sei que a população de Caruaru aprova o nosso conjunto politico e o nosso trabalho, estou confiante que vamos ganhar as eleições”, relatou.
José Patriota
Ainda na entrevista, Raquel Lyra lamentou a morte do deputado estadual e ex-presidente da Amupe José Patriota (PSB), que faleceu nesta terça-feira (17) após 10 anos enfrentando um câncer no fígado.
“Tive a oportunidade de conviver muito com ele, tanto durante o governo de Eduardo Campos e antes disso. Ele foi um cara forjado na luta, que sempre trabalhou na militância para fortalecer as pessoas do campo, garantir que as pessoas pudessem viver a partir do seu próprio trabalho com dignidade”, disse a governadora, que já tinha se manifestado sobre a perda mais cedo, em suas redes sociais.
“Na Amupe, quando fui prefeita, [José Patriota foi] um defensor do municipalismo, das cidades. A compreensão de que a partir do fortalecimento das cidades a gente muda a vida das pessoas”, completou Raquel Lyra.
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