Em entrevista ao Passando a Limpo, governadora disse que afastamento promovido pela gestão anterior afastou investimentos de Pernambuco
Pedro Beija
Publicado em 31/10/2025 às 9:47
| Atualizado em 31/10/2025 às 10:58
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Em entrevista ao Passando a Limpo, da Rádio Jornal, nesta sexta-feira (31), a governadora Raquel Lyra (PSD) alfinetou a gestão anterior do Governo do Estado comandada pelo PSB, afirmando que Pernambuco ficou “isolado” ao longo dos anos, por se afastar de parceiros e até do Governo Federal.
Raquel citou o afastamento das gestões anteriores ao comentar sobre a aproximação com a China, onde cumpriu agendas durante missão internacional realizada nas últimas semanas. A governadora citou como exemplo sua ida a Chengdu, estado chinês irmão de Pernambuco há 30 anos, e destacou que nenhum governador havia ido para lá.
“Pernambuco se isolou muito ao longo de muitos anos, não só dos nossos vizinhos, mas do governo federal e das parcerias internacionais”, disse.
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“Eu não podia apresentar um estado que não tinha investimento acontecendo”
A governadora enfatizou que Pernambuco precisa fazer parcerias para garantir a chegada dos investimentos, e que o estado não seja um “mero exportador de commodity e de energia”.
“Pernambuco não pode ser um mero exportador de commodity e de energia. Os investimentos tem que acontecer aqui, a geração de emprego e renda tem que acontecer aqui”, disse.
Raquel ressaltou que não podia apresentar o estado com “contas desmanteladas” e que “não tinha obra acontecendo” em Pernambuco, apontando que essa seria uma razão de uma “demora” na gestão.
“Eu demorei aí, porque eu não podia apresentar um estado que não tinha investimento acontecendo, que tinha as contas desmanteladas, que não tinha obra acontecendo e agora a gente pode falar sobre isso. A gente pode falar sobre futuro, estabilidade jurídica, retidão do nosso governo, sobre eficiência, ausência de corrupção”, afirmou.
Raquel Lyra diz que gestão anterior “silenciou” quando obra da Transnordestina foi retirada
A governadora também comentou sobre a obra da Transnordestina, cuja retomada será anunciada ainda nesta sexta-feira pelo ministro dos Transportes Renan Filho. Raquel celebrou a obra e destacou a parceria com o governo federal e com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas ressaltou que a gestão anterior do Governo do Estado “silenciou” quando a obra havia sido retirada em 2022.
“Agradecer profundamente aqui a sensibilidade do Presidente da República de ter colocado essa discussão de volta. Havia muitos que não acreditavam que isso podia acontecer. Pernambuco se calou quando foi retirada a obra. O governo do Estado silenciou e quando a gente chegou no governo fomos surpreendidos com uma notícia desta natureza”, afirmou.
Raquel destacou que tem trabalhado em parceria com o governo federal no desenvolvimento do projeto da Transnordestina, mas destacou que a mobilização é “de toda a sociedade pernambucana” e que a obra viabiliza atração de empresas para o Estado. O primeiro trecho a ser anunciado tem 100km de extensão.
“Nós construímos tudo em parceria, o traçado qual seria, a gente tem tido reunião duas vezes por semana, semanalmente, para poder garantir que essas obras e investimentos possam acontecer”, destacou.
“A mobilização não é só minha, ela é de toda sociedade pernambucana, é da do Nordeste brasileiro, porque para que a gente seja competitivo, que a gente consiga diminuir desigualdade regional. Nós precisamos de infraestrutura que permitam, inclusive, após os benefícios fiscais, que são atrativos de empresas, reduzir distâncias, senão as empresas não vêm para cá e não se mantém aqui”, complementou.
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