Governadora reforça necessidade de independência do partido e não descarta trocar de legenda. Declaração foi dada em entrevista à Band
Publicado em 17/02/2025 às 0:25
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A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), admitiu que há possibilidade de deixar o PSDB. A declaração foi dada em entrevista ao programa Canal Livre, da Band, veiculada na noite deste domingo (20).
Raquel disse que é “muito grata” ao partido, por estar junto a ela quando precisou, ao deixar o PSB para disputar as eleições majoritárias para a prefeitura de Caruaru em 2016, e depois na eleição para o Governo de Pernambuco, mas reforçou a necessidade do partido se reencontrar com a própria história.
“Tenho muito respeito por muitas pessoas que estão ali, agora o partido precisa se reencontrar com sua própria história. Ao longo do tempo, eu busquei fazer muito essa discussão dentro do partido; não só eu, mas os outros governadores, para que a gente pudesse voltar a crescer, e a gerar o desejo que as pessoas pudessem estar junto com a gente, disputando mandatos eletivos, discutindo o Brasil e os nossos estados”, declarou.
Questionada sobre propostas de migrar para outros partidos, Raquel disse que participou de discussões e defendeu a incorporação do PSDB a outra legenda, ou a participação em uma federação, mas que até o momento, não houve definição.
“Esse tema foi colocado à mesa no final do ano passado. Tenho pressa nessa decisão, em razão também de questões políticas em Pernambuco, e acho que o partido também deveria ter essa pressa (…) Há possibilidade, sim, de sair do PSDB, já tenho deixado isso muito claro, em razão dessa necessidade do partido tomar rumo, mas não tomou, e entrar em uma outra agremiação que me dê segurança, estabilidade, para poder fortalecer o nosso conjunto político e trabalhar pela mudança que a gente iniciou em Pernambuco”, disse.
Perguntada sobre um possível incômodo pelo fato do PSDB se colocar como oposição ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Raquel Lyra defendeu a independência do PSDB.
“Penso que esse momento que vivemos no Brasil, até diante de todo o cenário macroeconômico e político que a gente vive, nós temos que ter um momento de concertação, defendi sempre uma postura de independência do PSDB, para que a gente pudesse ajudar nas construções de pontes que o Brasil precisa, e não em erguer mais muros”, declarou.
A governadora ressaltou ainda a necessidade de reinventar a relação com o partido do presidente Lula: “A polarização que existia entre o PSDB e o PT já não faz mais sentido hoje, a gente precisa conseguir olhar para frente”.

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